Polícia toma atitude com homem preso após morte da bebê Helena

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O segundo investigado preso durante as apurações sobre a morte da bebê Helena, de 10 meses, deixou a prisão na última terça-feira (21). Roberto Levy Oliveira Magalhães, de 26 anos, foi colocado em liberdade um dia após a soltura de Francisco Ray Magalhães, de 22 anos, que mantinha um relacionamento com a mãe da criança.

Segundo o Tribunal de Justiça, as prisões de Roberto Levy e Francisco Ray foram revogadas após manifestação do Ministério Público. O caso passou a tramitar na Vara Especializada em Crimes contra a Criança e o Adolescente. Como o processo está sob segredo de Justiça, não foram divulgadas novas informações.

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Helena morreu no dia 13 de julho, em Fortaleza (CE). De acordo com o inquérito da Polícia Civil, a menina dormia em um dos quartos do apartamento onde estavam os envolvidos quando ocorreu o episódio que resultou em sua morte.

O laudo da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) concluiu que a causa do óbito foi asfixia. Conforme a investigação, Roberto Levy teria se deitado sobre a bebê enquanto dormia. Com base nas conclusões do inquérito, ele e a mãe da criança foram indiciados pelo caso.

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A investigação também descartou a suspeita inicial de abuso. A hipótese surgiu após a avaliação clínica realizada no hospital onde Helena foi atendida, mas os exames periciais não identificaram vestígios de abuso.

Francisco Ray, que chegou a ser preso durante as investigações, não foi indiciado pela Polícia Civil. Já Roberto Levy e a mãe da bebê passaram a responder pelo caso conforme a conclusão do inquérito, que apontou a morte por asfixia.