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Mulher de 36 anos é achada morta em apartamento e atitude chocante do namorado vem à tona


Portaria do condomínio em Camargos, Belo Horizonte, onde o corpo foi descoberto (Foto: Instagram)

Uma mulher de 36 anos foi encontrada morta no próprio apartamento no bairro Camargos, na Região Oeste de Belo Horizonte, na tarde desta segunda-feira (20). Moradores do condomínio acionaram a Polícia Militar após perceberem alterações na rotina da vítima e estranharem o comportamento do companheiro, que se mostrou evasivo nos últimos dias.

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Segundo o boletim de ocorrência, os vizinhos sentiram um odor forte saindo do imóvel e decidiram chamar as autoridades. Ao entrarem no apartamento, os militares localizaram o corpo da mulher, ainda coberto, na sala. Testemunhas afirmaram que ela estava desaparecida desde a última quarta-feira (15), quando convidou o namorado para ficar em sua residência.

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Conforme relatos dos moradores, o companheiro da vítima deixou o prédio por volta das 11h35 desta segunda-feira, carregando duas malas — uma preta e outra vinho. Testemunhas o descreveram usando blusa de mangas compridas, mancando da perna esquerda e ostentando alargadores nas orelhas. As imagens captadas pelas câmeras de segurança serão fundamentais para avançar nas investigações.

A Polícia Civil de Minas Gerais informou que equipes da perícia técnica e o rabecão foram acionados para o local assim que a PM confirmou a existência de um corpo. Após os procedimentos iniciais, o cadáver foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de necropsia e identificação de possíveis sinais de violência.

As autoridades continuam apurando as circunstâncias da morte. A investigação vai considerar depoimentos dos vizinhos, as gravações de videomonitoramento do condomínio e os laudos periciais para reconstruir a dinâmica dos fatos. Ainda não há detalhes sobre o possível motivo do crime ou o modo como a mulher foi assassinada.

Até a última atualização, o namorado da vítima era apontado como principal suspeito, mas não havia confirmação oficial de prisão. A Polícia Civil mantém o caso em sigilo enquanto coleta provas que possam corroborar a participação do companheiro na morte da mulher.

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