
Advogado pede R$ 12 bi ao STF por suposta clonagem de DNA e controle mental (Foto: Instagram)
Um advogado goiano protocolou no Supremo Tribunal Federal uma ação reivindicando R$ 12 bilhões em indenização. Na petição, ele sustenta que é alvo de uma organização criminosa internacional responsável por clonagem de DNA, manipulação genética, controle mental e diversas formas de perseguição. Segundo o autor, as práticas envolveriam tecnologias avançadas e ações orquestradas para prejudicar sua integridade e reputação.
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O documento cita mais de 50 pessoas e entidades, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente Jair Bolsonaro, Mark Zuckerberg, Bill Gates, Leonardo DiCaprio, Vinícius Júnior, Ivete Sangalo e o papa Leão XIV. Apesar de arrojadas, essas alegações ainda não foram confirmadas pela Justiça e aguardam análise detalhada das autoridades competentes para verificar eventual procedência.
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Com 59 páginas, a ação foi apresentada em maio deste ano e inclui como réus não apenas a União, mas também órgãos públicos, políticos, empresários, líderes religiosos e familiares do advogado. Ele sustenta que o esquema criminoso se infiltra em instituições como a Polícia Federal, o Ministério Público e o Poder Judiciário, o que impediria investigações independentes e imparciais.
Na narrativa exposta, o autor acusa o grupo de praticar clonagem de DNA, manipulação genética, lavagem de dinheiro, desaparecimentos forçados e tentativas de homicídio. Ele também afirma que tecnologias como satélites, robôs e técnicas de controle mental estariam sendo usadas para monitorar e intimidar vítimas, mantendo-as sob vigilância constante.
Além do pedido bilionário, o advogado solicita ao STF que determine à Polícia Federal a abertura de inquérito, que o Ministério Público Federal acompanhe o caso, quebras de sigilo telefônico e medidas protetivas. Ele requer ainda notificação ao FBI por meio da Embaixada dos Estados Unidos, além da criminalização absoluta da clonagem de DNA e restrições às práticas de engenharia genética.
Na ação, o autor menciona que vem apresentando denúncias semelhantes à Polícia Federal desde 2023, mas alega que as investigações anteriores foram arquivadas sem análise aprofundada. Ele também pede pensões mensais de R$ 2 mil a R$ 35 mil de algumas pessoas citadas, bem como percentuais sobre o faturamento de empresas como Meta, Microsoft, Ambev, Cyrela, Gerdau e Friboi. Até o momento, o STF não analisou o mérito das alegações, e o processo segue com a última movimentação sendo a juntada de nova petição pelo advogado.
