Site icon Jetss BR

Suspeito de contratar pistoleiros que atingiram irmão de Eloá Pimentel é preso em SP


Policial da ROTA em operação em São Paulo. (Foto: Instagram)

A Polícia Civil prendeu, na manhã desta sexta-feira (17), Luis Altino da Silva, de 42 anos e conhecido como “Chuck”, apontado como mandante da contratação dos executores que atiraram contra o tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos, irmão de Eloá Pimentel. A investigação também indica que ele teria guardado a motocicleta utilizada na ação criminosa.
++ Sistema de IA revela como pessoas comuns estão criando novas fontes de renda online

De acordo com os apuramentos policiais, Luis Altino ofereceu inicialmente R$ 500 pelo serviço de execução, mas entregou somente R$ 100 aos pistoleiros responsáveis pelo atentado. A prisão temporária dele foi decretada pela Justiça e cumprida no Palácio da Polícia, sede do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).
++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein

O crime aconteceu em 27 de junho, em São Caetano do Sul, na região metropolitana de São Paulo, quando o tenente Ronickson foi atingido na cabeça por disparos de dois homens que fugiram em uma motocicleta. Ele permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André.

Conforme a Polícia Civil, o preso é proprietário de um ponto de venda de entorpecentes e figura como uma das lideranças da Favela dos Pilões, em Heliópolis, na Zona Sul da capital paulista.

No momento da apresentação ao DHPP, Luis Altino confirmou detalhes do envolvimento e admitiu ter recebido e ocultado o veículo usado para transportar os atiradores. A Justiça decretou sua prisão temporária após a análise das evidências reunidas pela investigação.

Com a inclusão de “Chuck” na lista de detidos, sobe para quatro o número de pessoas presas pelo atentado ao oficial da Rota. O último a ser capturado foi Luiz Henrique de Oliveira Nascimento, detido em Heliópolis no dia 7 de fevereiro.

Desde o dia do ataque, seis suspeitos ligados ao caso morreram em confrontos com equipes da Rota durante operações. A Secretaria da Segurança Pública oferece recompensa de R$ 50 mil por informações que levem à prisão de Hércules da Costa Siqueira, conhecido como “Golias” ou “Peruca”, apontado como autor dos disparos principais.

Entre os mortos, estão Marcelo de Jesus Dias, o “Nego Zum”, responsável por pilotar a motocicleta durante o crime, e Márcio dos Santos Ferreira, o “Tetão”, também investigado pela participação no atentado. As apurações seguem em andamento para localizar os demais envolvidos.

Exit mobile version