
Anjinho de Helena: a bebê de 10 meses retratada como anjo após crime brutal em Fortaleza (Foto: Instagram)
O pai da bebê Helena, de 10 meses, afirmou ter recebido informações divergentes sobre a causa da morte da filha ao procurar a delegacia em Fortaleza. Inicialmente, havia sido divulgado que a criança teria morrido por asfixia, mas os investigadores passaram a considerar que ela foi vítima de violência sexual, uma constatação que abalou profundamente a família. Ele acompanhou de perto o desenrolar das investigações, cobrou justiça e demonstrou indignação diante da hipótese de crime brutal praticado contra a própria filha.
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De acordo com dados da Polícia Civil, o crime aconteceu na última segunda-feira (13), no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza. Dois homens, de 22 e 26 anos, foram presos em flagrante sob suspeita de estupro e homicídio da bebê. Um dos detidos tinha um relacionamento casual com a mãe de Helena, e o outro é primo desse suspeito. Apesar de ter sido socorrida e levada a uma unidade de saúde, a menina não resistiu aos ferimentos e foi a óbito.
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O pai relatou que, ao retornar de viagem e procurar a delegacia, foi informado pelos agentes de que o exame preliminar descartou a asfixia como causa da morte. “Disseram que ela não morreu por conta própria; encontraram marcas vermelhas nas partes íntimas, como se fosse sangue. Foi então que percebi que havia um crime muito mais grave por trás de tudo isso”, comentou, visivelmente abalado. Ele afirmou que ouviu os detalhes que o deixaram ainda mais revoltado com tamanha crueldade.
Diante dessas revelações, o homem exigiu que os responsáveis sejam punidos com o máximo rigor previsto em lei. A Polícia Civil do Ceará aguarda a finalização dos laudos da Perícia Forense do Estado (Pefoce), que realizou a perícia no local e o exame cadavérico da vítima. Segundo a corporação, os resultados desses exames são essenciais para apontar definitivamente as circunstâncias do estupro e do homicídio e para embasar as denúncias formais contra os suspeitos.
Ainda emocionado, o pai explicou que não teve condições de permanecer durante todo o sepultamento de Helena. Ele participou do velório e conseguiu um momento reservado para se despedir da filha, atendendo ao pedido de ficar a sós por alguns instantes. No entanto, devido à intensidade da dor, precisou deixar a cerimônia antes do enterro. A família materna respeitou esse desejo, oferecendo a privacidade necessária para o último adeus.
