Site icon Jetss BR

Após perda da filha Helena, pai exige punições mais duras de autoridades


Helena, nosso anjo que pede justiça (Foto: Instagram)

Erisvaldo Almeida, pai da bebê Helena Rodrigues Almeida, de dez meses, anunciou que quer transformar a dor da perda da filha em uma mobilização por mudanças na legislação brasileira. Em entrevista ao programa Cidade Alerta, da Record TV, ele destacou que não deseja que outras famílias enfrentem uma tragédia semelhante. O pai afirmou que irá cobrar das autoridades a criação de leis mais rígidas para crimes contra crianças, garantindo maior proteção aos pequenos.

++ Sistema de IA revela como pessoas comuns estão criando novas fontes de renda online

Visivelmente emocionado ao relatar o caso, Erisvaldo disse que vai pressionar governantes e órgãos responsáveis a estabelecer penalidades mais severas a quem violentar ou abusar de menores. “Não podemos permitir que pessoas cometam esse tipo de crime sem sofrer consequências duras”, declarou. Para ele, endurecer as sanções servirá como forma de desestimular atos de violência infantil e evitar novos episódios de crueldade contra os pequenos.

++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein

Durante o depoimento, o pai também aproveitou para fazer um alerta direcionado a mães e pais que compartilham a guarda dos filhos ou que vivam com novos parceiros. Ele frisou que, ao deixar a criança sob a responsabilidade de padrasto ou de qualquer outra pessoa, é fundamental redobrar a atenção. Segundo Erisvaldo, a tragédia vivida pela família reforça a necessidade de supervisão constante e de conhecer bem quem convive diariamente com os menores.

Ao defender mudanças imediatas na legislação, Erisvaldo contou acreditar que, sem penalidades mais rigorosas, casos semelhantes ao de Helena podem se repetir. “Eu sei que não será a última vez. Precisamos batalhar, pressionar o Estado, o país e os legisladores para que criem leis mais duras para esses vermes que maltratam uma criança”, afirmou o pai, ressaltando o caráter urgente de uma reforma que amplie a punição a autores de agressões infantis.

A morte de Helena aconteceu após ela ser socorrida em um apartamento localizado no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza. A menina tinha apenas dez meses de idade e foi levada para atendimento, mas não resistiu aos ferimentos. A Polícia Civil do Ceará segue conduzindo as investigações para elucidar as circunstâncias do ocorrido e identificar claramente as responsabilidades de cada envolvido no crime.

Dois homens estão detidos preventivamente até o fim do inquérito, enquanto o trabalho pericial da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) aguarda a conclusão dos laudos que apontarão a causa exata da morte e a dinâmica dos fatos. Esses exames são considerados essenciais para o desfecho das apurações, e a expectativa dos investigadores é de que os resultados contribuam para finalizar o processo e responsabilizar os culpados.

Exit mobile version