
Família pede apoio após tragédia em tiroteio familiar em Illinois (Foto: Instagram)
Uma jovem de 15 anos está sob investigação por ter atirado e matado cinco parentes e ferido outras duas pessoas em Illinois, nos Estados Unidos. De acordo com a polícia estadual, ela teria contado com o auxílio de seu namorado, de 16 anos, para executar o crime. As autoridades apuram se os adolescentes planejaram os assassinatos anteriormente por meio de um grupo de mensagens.
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O caso foi classificado pela Polícia Estadual de Illinois como um “tiroteio em massa direcionado”. Os dois suspeitos foram encontrados e detidos no último domingo (12) em um parque estadual, depois de dias de busca intensa. Enquanto o rapaz de 16 anos já foi formalmente denunciado por cinco homicídios como adulto, a adolescente permanece apreendida, mas ainda sem acusação oficial.
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As vítimas fatais foram identificadas: a avó Patricia May, de 74 anos; a tia Cherie May, de 49; o primo Devin May; e os meio-irmãos Shania e Quentin Thompson. Além delas, outras duas pessoas ficaram feridas no mesmo ataque a tiros.
Marcus May, pai da adolescente, afirmou que a família vivia conflitos com a filha havia meses. Segundo ele, os desentendimentos e a tensão doméstica se agravaram depois que a jovem deixou a escola presencial para estudar em casa.
Cinco dias antes do crime, a ex-esposa de Marcus entrou em contato para avisar que a adolescente havia fugido de casa levando uma das armas da família. Esse fato faz parte das linhas de investigação conduzidas pela polícia, que tenta entender como o armamento foi obtido e escondido.
Os investigadores também examinam as conversas trocadas em um grupo virtual, onde os suspeitos teriam discutido detalhes do plano para matar parentes. Todo o conteúdo está sendo analisado para definir o grau de participação de cada um e descobrir se terceiros colaboraram.
Abalado, Marcus disse em entrevista à emissora KSDK: “Perdi praticamente toda a minha família de uma só vez” e relatou dificuldade em acreditar na filha como suspeita. Apesar disso, ele confessou não sentir “qualquer simpatia” pela jovem, mas busca compreender o que motivou o crime. Amigos e vizinhos organizaram uma vaquinha online para amparar os sobreviventes, ressaltando a dor, a incerteza e os desafios financeiros enfrentados pela família.
A investigação prossegue para esclarecer a dinâmica do ataque, determinar responsabilidades e identificar eventuais cúmplices.








