
Fachada do edifício no Cambuí onde mulher foi morta a facadas (Foto: Instagram)
Uma mulher, ainda não identificada, foi morta a facadas em um imóvel de alto padrão no bairro Cambuí, em Campinas (SP), na tarde de quinta-feira, 09 de julho de 2026. O ataque ocorreu por volta das 14h, dentro de um apartamento localizado em um edifício na Rua Padre Vieira. Equipes do Samu chegaram ao local, mas a vítima não resistiu aos ferimentos. Pouco tempo depois, o principal suspeito do homicídio apresentou-se espontaneamente à Polícia Civil. Até o momento, as circunstâncias exatas do crime continuam sob apuração pelas autoridades.
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De acordo com a apuração da EPTV, afiliada da TV Globo, o suspeito, amigo de longa data da família da vítima, teria uma pendência financeira com ela. Motivado por essa dívida, ele procurou o apartamento onde a mulher residia para cobrar o valor em aberto. No local, iniciaram uma discussão acalorada que evoluiu para violência. As motivações e o histórico de relação entre os dois ainda são investigados pelos investigadores, que buscam esclarecer o que levou ao desfecho fatal.
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Fontes policiais informaram que, durante o confronto, a mulher teria atacado o homem com uma faca. Em reação, ele conseguiu desarmá-la e, em seguida, desferiu vários golpes contra ela. A vítima não teve chance de defesa e morreu no próprio apartamento. Peritos da Polícia Civil realizaram exame preliminar na cena do crime, recolhendo vestígios e coletando elementos que poderão indicar a sequência exata dos fatos. Até a publicação desta reportagem, o laudo pericial ainda não havia sido concluído.
Logo após o ocorrido, o suspeito seguiu diretamente ao 1º Distrito Policial de Campinas, onde se apresentou sem resistência. No local, prestou depoimento aos investigadores, relatando sua versão sobre a discussão e o desentendimento. Ainda não há confirmação oficial sobre sua prisão, mas a autoridade policial avaliava, na noite de quinta, se o indiciaria por homicídio. O titular do inquérito, delegada responsável pelo caso, deve decidir em breve se representará pela prisão preventiva, a fim de assegurar a continuidade das investigações e evitar qualquer risco de interferência no processo.
Os nomes da vítima e do suspeito foram mantidos em sigilo pela Polícia Civil até que as apurações sejam concluídas. Investigadores seguem colhendo depoimentos de vizinhos e funcionários do condomínio, além de analisar possíveis imagens de câmeras de segurança instaladas no edifício. A expectativa é que o inquérito seja finalizado dentro dos prazos legais e encaminhado ao Ministério Público ainda nas próximas semanas. A defesa do suspeito e representantes das vítimas serão ouvidos pelas autoridades durante o andamento do procedimento. A investigação busca esclarecer todo o contexto que antecedeu o crime, bem como as reais motivações para o ataque.








