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Telhado desaba em escola de Recife e fere professor e cinco estudantes


Cacos de telhas e cadeiras espalhados no pátio após o desabamento de parte do telhado de uma sala de aula. (Foto: Instagram)

Na terça-feira (07), parte do telhado de uma sala de aula da Escola de Referência em Ensino Fundamental Presidente Arthur da Costa e Silva, localizada no bairro da Mustardinha, Zona Oeste do Recife, desabou durante uma atividade na área externa. Um professor e cinco alunos foram atingidos por fragmentos da estrutura e sofreram ferimentos leves. Todos receberam atendimento médico e foram liberados no mesmo dia, conforme informações divulgadas pelo g1.

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Vídeos gravados no momento do acidente mostram o momento exato em que as telhas e destroços se soltaram da cobertura externa, caindo a poucos metros das cadeiras usadas pelos estudantes. No instante em que a estrutura cedeu, o grupo participava de uma atividade aos fundos da sala de aula, acompanhado por um docente que também foi atingido pelos detritos.

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Funcionários da unidade escolar relataram que a madeira de sustentação do telhado apresentava sinais visíveis de desgaste há algum tempo, gerando preocupação entre professores, pais e alunos. Segundo esses relatos, rachas e empenamentos já haviam sido observados, mas não havia sido realizada manutenção adequada até o dia do desabamento.

Em nota oficial, a Secretaria de Educação de Pernambuco informou que a direção da escola prestou atendimento imediato ao professor e aos cinco estudantes feridos. Eles foram encaminhados à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) dos Torrões, também na Zona Oeste do Recife, onde receberam cuidados médicos e alta hospitalar no mesmo dia do incidente.

Ainda de acordo com a pasta, a área afetada pelo desabamento foi isolada e sinalizada com reforço para garantir a segurança dos demais frequentadores da escola. As autoridades competentes deverão investigar as causas do incidente, avaliando as condições estruturais da cobertura e adotando medidas para evitar acidentes semelhantes.

O episódio reacende o debate sobre a manutenção de prédios públicos de ensino e a necessidade de inspeções periódicas. Especialistas e representantes da comunidade escolar exigem que o governo estadual e municipal intensifiquem os programas de conservação, assegurando um ambiente seguro para alunos e profissionais de educação.

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