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Ancelotti seguirá à frente da Seleção mesmo após eliminação na Copa do Mundo


Carlo Ancelotti deixa o gramado após a eliminação do Brasil nas oitavas da Copa do Mundo 2026. (Foto: Instagram)

A derrota do Brasil para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 suscitou incertezas sobre a continuidade de Carlo Ancelotti no comando da equipe. Apesar de não ter alcançado as expectativas, o treinador italiano mantém o respaldo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e seu vínculo com a seleção está assegurado até 2030.
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Desde já, não há qualquer sinal de mudança no comando técnico. A renovação contratual de Ancelotti foi oficializada poucas semanas antes do início do Mundial, demonstrando a confiança da CBF no trabalho do italiano. O acordo vigente garante a permanência dele à frente da seleção até o próximo ciclo, e os dirigentes da entidade reforçaram o apoio à comissão técnica.
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Ancelotti assumiu a Seleção Brasileira em 2025 e passou boa parte do ano negociando a extensão de seu contrato. Ao oficializar o novo acordo, o treinador agradeceu publicamente à CBF pela oportunidade de seguir no cargo e destacou o caloroso acolhimento recebido pelos torcedores brasileiros desde sua chegada ao país. A entidade considera que o trabalho de reestruturação do time europeuizado já apresenta fundamentos sólidos para os próximos desafios.

Por outro lado, a eliminação nas oitavas inviabilizou o pagamento de um bônus de 5 milhões de euros, previsto em contrato caso o Brasil conquistasse o título da Copa de 2026. Esse prêmio adicional ficava condicionado à conquista do hexacampeonato e, com a queda precoce, não será liberado ao treinador.

Mesmo sem o bônus, Ancelotti continua como o técnico de seleção mais bem remunerado do mundo. Conforme dados do jornalista Diogo Dantas, o italiano aufere 10 milhões de euros anuais — cerca de R$ 59,3 milhões por ano, ou aproximadamente R$ 5 milhões mensais. Esse montante representou um recorde histórico de salário para um treinador da Seleção Brasileira.

Além do próprio Ancelotti, a renovação contratual contemplou reajustes para os auxiliares Paul Clement e Francisco Mauri, para o preparador físico Mino Fulco e para o analista de desempenho Simone Montanaro. A CBF justificou que o investimento na equipe técnica faz parte de um planejamento estratégico visando o sucesso nos próximos torneios internacionais.

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