
Tenente Ronickson Pimentel em cerimônia da Rota (Foto: Instagram)
O tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos segue internado em estado grave na UTI do Hospital Estadual Mário Covas, em São Caetano do Sul, uma semana depois de ter sido baleado na cabeça durante uma tentativa de execução. A Polícia Civil prossegue com as investigações para elucidar a motivação do crime, enquanto a corporação acompanha de perto sua recuperação. O policial, que é irmão mais velho de Eloá Pimentel, recebe o apoio constante de familiares e colegas, que destacam a força e a determinação demonstradas por ele até aqui.
++ Sistema de IA revela como pessoas comuns estão criando novas fontes de renda online
Pouco depois do ataque, Ronickson passou por cirurgia de emergência para remover o projétil alojado em seu crânio, num procedimento conduzido pela equipe de neurocirurgia do hospital. De acordo com a Rota, o procedimento foi bem-sucedido e o quadro do oficial evolui dentro das expectativas, com melhora gradual nos sinais vitais e resposta positiva ao tratamento neurológico. Em nota oficial, a corporação afirmou que “a primeira grande batalha foi vencida” e reforçou que o processo de recuperação ainda exigirá novos desafios.
++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein
O atentado ocorreu na manhã de sábado, dia 27, na Avenida Goiás, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. Segundo testemunhas, o tenente havia acabado de deixar uma academia onde realizava treino de crossfit quando foi surpreendido por dois homens em uma motocicleta que se aproximaram e efetuaram disparos contra ele. Os autores fugiram em seguida, levantando suspeitas de crime de execução planejado.
Imediatamente após o ataque, equipes do Samu prestaram os primeiros socorros no local, constatando o ferimento grave. O oficial foi transportado em estado crítico pelo helicóptero Águia, da Polícia Militar, até o Hospital Mário Covas, onde deu entrada na UTI para atendimento intensivo. Familiares acompanharam toda a operação de salvamento e permanecem ao lado do tenente durante o pós-operatório.
No dia seguinte, a Polícia Militar prendeu três suspeitos em Guaianases, na Zona Leste de São Paulo, apontados como responsáveis pelo apoio logístico e pelo transporte usado na ação. Um dos detidos confessou participação no crime, segundo informou a corporação. Autoridades afirmam que o atentado teve planejamento prévio e investigam possível vínculo com organização criminosa. As diligências seguem em outras regiões da capital com apoio de equipes especializadas em crimes contra a vida.
A Rota divulgou ainda que aguarda os resultados dos laudos periciais para dar sequência ao inquérito e reforçou a segurança na área próxima ao local do ataque. A corporação criou uma força-tarefa para monitorar suspeitos e impedir novas ações contra agentes. O oficial segue sob cuidados intensivos, e a família aguarda novos boletins médicos e uma próxima avaliação neurológica que indicará os próximos passos na recuperação de Ronickson.








