Uma notícia divulgada esta semana pelo jornalista Cláudio Dantas no programa “ALive” agitou os bastidores da política. De acordo com o comunicador, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e sua esposa, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, tiveram uma briga séria envolvendo a escolha da companheira de se candidatar a uma vaga ao senado nas eleições deste ano de 2026.
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O apresentador apontou que o ex-chefe de estado estaria preocupado com o impacto da candidatura da esposa na campanha presidencial do seu filho, Flávio Bolsonaro. Segundo o relato, o episódio teria ocorrido em um ambiente reservado, mas teria sido ouvido por seguranças e policiais presentes no local. Durante a discussão, foi atribuída a Jair Bolsonaro a frase: “Você quer que eu fique mais 27 anos na prisão?”, dita em tom de tensão.
Cláudio Dantas afirmou ainda que Michelle Bolsonaro teria comunicado sua intenção ao presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, que não teria recebido a decisão de forma imediata com entusiasmo. Aliadas políticas como Celina Leão e Damares Alves também teriam demonstrado resistência à escolha.
Até o momento, não há confirmação oficial das pessoas citadas, e o episódio segue em debate público sobre possíveis articulações eleitorais. É importante ressaltar que, na terça-feira (24), Michelle Bolsonaro publicou um vídeo em que afirmou ter levado uma “punhalada” no ano passado, em referência a episódios de desgaste político e pessoal dentro do próprio grupo aliado. Na mesma ocasião, a ex-primeira-dama também deixou de seguir os enteados nas redes sociais, o que foi interpretado por parte do meio político como um sinal de distanciamento nas relações familiares e políticas.
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As divergências teriam começado quando Michelle criticou a articulação do Partido Liberal (PL) no Ceará para apoiar Ciro Gomes (PSDB) na disputa pelo governo do estado. Ela afirmou ter sido “maltratada” por Flávio Bolsonaro e declarou que seu apoio teria sido tratado como “insignificante” no processo de discussão interna. Esses conflitos provavelmente foram os responsáveis pela atual ‘crise’ no clã Bolsonaro.

