
Brittany Clark em momentos de lazer antes do ataque de jacaré na Flórida (Foto: Instagram)
Uma provocação leviana realizada instantes antes de um passeio aquático virou notícia após Brittany Clark, de 31 anos, ser atacada por um jacaré de aproximadamente quatro metros no Rio Econlockhatchee, na Flórida. A tragédia gerou grande comoção na região devido à forma brutal como o réptil surpreendeu a vítima.
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Brittany estava acompanhada do namorado, Chance Allison, e da amiga Jayden Hernandez durante uma caminhada pela Floresta Estadual Little Big Econ no domingo (28). Sob forte calor, o trio decidiu se refrescar mergulhando no rio, cuja correnteza tranquila contrastava com a turbidez da água e pequenas bolhas que surgiam na superfície.
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Enquanto flutuavam em uma área de cerca de 90 centímetros de profundidade, Jayden brincou ao perceber bolhas próximas: sugeriu que poderia haver um jacaré à espreita. Chance chegou a nadar sobre o ponto para demonstrar que não havia nenhum animal ali, o que levou Brittany a comentar, de forma descontraída, que o namorado poderia fingir um ataque. As amigas riram dessa hipótese — mas, poucos instantes depois, o pior aconteceu.
Sem aviso prévio, o réptil emergiu com violência, agarrando Brittany pelo tronco. Segundo o relato de Chance à central de emergência 911, o jacaré aplicou o chamado “giro da morte”, movimento característico para imobilizar e afogar a presa, arrancando um dos braços da vítima e deixando o outro gravemente ferido.
Ao perceber o ataque, Chance tentou intervir puxando o jacaré para longe e chegou a libertar um dos membros da namorada, mas o animal voltou a agarrá-la. Em um esforço desesperado, ele conseguiu levar Brittany até a margem, onde iniciou imediatamente manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP) na tentativa de mantê-la viva até a chegada do socorro.
Durante o procedimento de socorro, Jayden telefonou para o pai de Brittany, Robert Clark, informando-o em tempo real sobre as ações de atendimento. “Recebi uma ligação no domingo de Jayden, e ela descrevia tudo o que acontecia enquanto tentavam mantê-la viva até a ajuda chegar”, relatou Robert ao New York Post.








