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Maduro envia comunicado sobre terremotos na Venezuela


Nicolás Maduro se solidariza com as vítimas dos terremotos na Venezuela (Foto: Instagram)

O ex-presidente Nicolás Maduro se pronunciou em seu perfil nas redes sociais após os terremotos que abalaram a Venezuela na noite de quarta-feira (24). Preso em Nova Iorque desde janeiro, ele demonstrou solidariedade às vítimas e conclamou a população a se unir diante da tragédia, ressaltando a importância de ação conjunta para minimizar os impactos.
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Maduro e a esposa, Cilia Flores, afirmaram que acompanham de perto o desdobrar da situação e mantêm orações pelas famílias afetadas pelos tremores. O casal destacou ainda o compromisso de monitorar as necessidades dos feridos, idosos e crianças, pedindo que vizinhos e comunidades estendam auxílio moral e material enquanto as equipes especializadas seguem em campo.
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Na publicação, o ex-presidente convocou todos a apoiaram as operações de busca e resgate, assim como a prestar assistência imediata aos atingidos. “Hoje a palavra é uma só: máxima união, máxima solidariedade e máxima ação”, escreveu Maduro. Ele elogiou o empenho de bombeiros, médicos, agentes de defesa civil, forças de segurança e voluntários mobilizados nas áreas mais devastadas pelos tremores.

Desde janeiro, Maduro está detido no Metropolitan Detention Center de Nova Iorque, sem acesso à internet ou a jornais. Segundo as autoridades dos Estados Unidos, ele e Cilia Flores foram capturados em Caracas para responder a investigações relacionadas a diversas acusações criminais. Conforme apuração, o ex-presidente permanece isolado em uma célula individual, aguardando o desenrolar dos processos judiciais.

Os dois tremores ocorreram na noite de quarta-feira (24) e registraram magnitudes de 7,2 e 7,5, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). Os epicentros estavam a cerca de cinco quilômetros um do outro, seguidos por ao menos 20 réplicas nas horas seguintes. Prédios desabaram em Caracas e em outras cidades, mas ainda não há um balanço nacional consolidado de mortos e feridos, embora o governo tenha confirmado vítimas.

Em resposta, a presidente interina Delcy Rodríguez decretou estado de emergência nas regiões mais castigadas, mobilizando equipes de resgate, defesa civil e forças de segurança. As aulas foram suspensas e serviços não essenciais, interrompidos para priorizar operações de busca. As autoridades desligaram preventivamente redes de gás e energia elétrica em pontos críticos para evitar novos acidentes, enquanto hospitais se preparam para receber feridos.

Os tremores também foram sentidos em estados do Norte do Brasil, como Pará, Amazonas, Roraima e Amapá. Moradores de Belém, Manaus, Boa Vista e Macapá relataram abalos e chegaram a deixar edifícios por precaução. Até o momento, não há informações sobre ocorrências graves no país vizinho, mas as autoridades locais acompanham a situação para avaliar possíveis impactos.

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