
Mulher sorridente em ambiente descontraído (Foto: Instagram)
Um homem de 30 anos foi detido em Budapeste após investigações apontarem que ele profanou sepulturas e guardou partes de corpos humanos em sua residência. Segundo o Escritório Nacional de Investigação da Hungria, o suspeito também retirou restos mortais de um hospital onde atuava como auxiliar, levantando suspeitas sobre o acesso a cadáveres. A prisão ocorreu depois de denúncias anônimas que desencadearam mandados de busca nas dependências do suspeito.
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Durante a operação de busca, os agentes encontraram diversos materiais sinistros. Havia crânios empilhados, uma perna humana preservada até abaixo do joelho, uma mão acondicionada separadamente e uma reconstrução de rosto feita com tecido facial. Outros ossos estavam dentro de uma mala e, em um recipiente fechado, foi apreendido um coração em conservação. As autoridades isolaram o local para perícia e registraram todo o material como prova.
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Em depoimento, o homem admitiu ter recolhido partes de cadáveres em cemitérios abandonados e dentro do hospital em que trabalhava. Ele ainda confessou ter preparado refeições usando restos mortais humanos, prática que está sendo averiguada pelos peritos. Essas declarações passaram a compor o inquérito, e os investigadores consideram a confissão um ponto-chave para entender a extensão das atividades criminosas.
A polícia destacou o interesse do suspeito por anatomia e patologia, registrando o hábito de dissecar animais em casa e reunir objetos relacionados ao estudo do corpo humano. Investigadores acreditam que esse fascínio tenha motivado a coleta de material humano, e seguem rastreando a origem de cada fragmento encontrado no interior da residência.
O homem segue preso e poderá responder por crimes previstos na legislação húngara, especialmente violação de sepulturas e uso ilegal de restos mortais. As autoridades aguardam o resultado dos exames forenses para confirmar a procedência dos ossos e identificar possíveis vítimas. Caso novas evidências apareçam, o inquérito poderá ser ampliado para abranger outras infrações.
