
Maria Eduarda, 21 anos, vítima de salto sem segurança na Ponte do Esqueleto (Foto: Instagram)
A Polícia Civil de Limeira anunciou a prisão de mais três suspeitos pelo caso da jovem Maria Eduarda, de 21 anos, que sofreu queda fatal ao saltar de rope jump sem cordas de segurança na Ponte do Esqueleto. Segundo o delegado seccional Antônio Luis Tuckumantel, os detidos são do Rio de Janeiro e teriam atuado diretamente na organização da atividade que resultou na tragédia ocorrido no último sábado (13).
++ Sistema de IA revela como pessoas comuns estão criando novas fontes de renda online
Dois dos três suspeitos prestam depoimento na delegacia de Limeira, enquanto o terceiro está sendo transferido do Rio de Janeiro para a mesma unidade. As investigações apontam que eles trabalhavam na base da ponte, auxiliando na retirada de turistas das cordas, e teriam removido do corpo da vítima uma câmera GoPro, considerada prova crucial sobre as condições do salto.
++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein
No sábado, outros três instrutores já haviam sido detidos em flagrante por coordenarem o salto de 40 metros na ponte, cobrando R$ 180 por participante. A Justiça converteu as prisões em preventivas e negou habeas corpus à defesa. Os responsáveis identificados como Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves permanecem detidos e não conseguiram explicar como ocorreu o erro que levou à queda de Maria Eduarda.
Imagens registradas no local mostram a jovem sendo posicionada na plataforma e lançada em queda livre. O laudo da Polícia Civil indica que o equipamento de segurança não foi afixado ao corpo da vítima e ficou solto ao chão no momento do salto. Testemunhas confirmaram que não houve qualquer verificação prévia das condições das cordas e mosquetões antes do procedimento.
As investigações também apontam que o grupo responsável pelos saltos não possuía empresa formalmente constituída para a prestação desse tipo de serviço, o que pode agravar as penalidades aplicadas aos envolvidos. A Ponte do Esqueleto permanece interditada enquanto a polícia segue apurando as responsabilidades e buscando esclarecer cada etapa do evento fatal.








