Um caso de violência envolvendo uma criança ganhou grande repercussão e provocou debate nos Estados Unidos. Em fevereiro de 2026, a jovem Alishon Torres, de 18 anos, se tornou o centro de uma investigação criminal após a morte de um homem identificado como Noe Santillan Rincon, de 58 anos. De acordo com informações levantadas pelas autoridades, semanas antes do ocorrido, a irmã mais nova de Alishon, de apenas 5 anos, teria relatado à família que o homem, que fazia parte do convívio social delas, teria se comportado de forma inapropriada e tocado nela
O episódio passou a ser investigado e se tornou parte do contexto do caso. No fim de fevereiro, segundo a apuração policial, Alishon teria encontrado Rincon em uma rua de Memphis, no estado do Tennessee, e efetuado cerca de 14 disparos, sendo um deles na cabeça. O laudo pericial apontou o uso de duas armas de fogo na ação.
Após o caso, ela foi presa e denunciada por homicídio em primeiro grau, uso de arma de fogo em crime grave e adulteração de provas. A fiança foi fixada em quase 1 milhão de dólares. Em abril de 2026, a Justiça decidiu que há elementos suficientes para que o processo avance para julgamento.
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O caso ainda está em andamento e Alishon Torres não foi julgada. A acusação sustenta que a ação teria sido planejada, enquanto a defesa contesta pontos centrais da investigação e pede revisão das provas apresentadas. O episódio reacendeu em Memphis um debate sensível sobre violência, proteção infantil e os limites entre a busca por justiça e a prática de crimes fora do sistema legal.
















