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Cabeleireira morta dentro de salão de beleza havia denunciado advogado por ameaças


Família de cabeleireira assassinada em Pituaçu exige respostas e punição imediata (Foto: Instagram)

Familiares e amigos de Vanessa Souza Cerqueira, de 33 anos, mantêm vivo o pedido por respostas sobre o crime dentro do salão de beleza da família, localizado em Pituaçu, em Salvador. A cabeleireira foi assassinada a tiros enquanto atendia clientes, na quinta-feira (18), o que gerou comoção local. Desde então, parentes rejeitam versões que associam o caso a disputas com criminosos ou dívidas, sustentando ser indispensável esclarecer de modo preciso o real motivo que levou ao homicídio.

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Enquanto isso, o foco recai na identificação e na prisão imediata do responsável pelos disparos, conforme ressaltam pessoas próximas a Vanessa. A família reforça que qualquer informação relevante, como testemunhos, imagens ou áudios capturados no entorno, deve ser compartilhada com rigor junto à delegacia responsável. O apelo é para que quem tiver detalhes sobre o crime, inclusive características da motocicleta utilizada, procure as autoridades.

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A cabeleireira contava com o apoio constante da amiga Brenda Souza, que tem atuado como porta-voz do grupo de parentes. Ela reforçou o pedido de colaboração das testemunhas: “Se alguém reconhecer ou tiver imagens da motocicleta com placa possivelmente adulterada, precisa procurar a polícia imediatamente”, disse. Brenda também alertou para o perigo de propagar boatos que não estejam fundamentados, pois isso pode atrapalhar o andamento das investigações.

No seio familiar, cresce a convicção de que o crime teve motivação passional. Segundo relatos, Vanessa havia sofrido ameaças de um advogado que demonstrava insistência em manter um relacionamento com ela, sem reciprocidade. Conforme apurado, a cabeleireira registrou queixa formal contra esse profissional, apontando constrangimento e assédio contínuo, o que resultou na abertura de um procedimento policial para apurar suspeitas de perseguição.

O atentado ocorreu enquanto Vanessa trabalhava no salão de beleza da mãe, na Rua Lisboeta. Testemunhas afirmam que ela atendia uma cliente no momento em que o suspeito chegou em uma motocicleta, encapuzado e com o rosto coberto. Segundo os depoimentos, ele entrou no estabelecimento e disparou à queima-roupa antes de fugir. Atingida com vários tiros, Vanessa não resistiu aos ferimentos e morreu no local, provocando grande consternação na comunidade.

As imagens de câmeras de segurança, captadas por um equipamento instalado na rua e por outro dentro do salão, registraram toda a ação, desde a chegada do autor até o instante em que ele saca a arma e efetua os disparos. O material foi recolhido pela polícia, que também já ouviu testemunhas. As investigações prosseguem para identificar o mandante e o executor do crime. Familiares de Vanessa acompanham o inquérito de perto e exigem celeridade na apuração.

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