
Raphinha deixa o campo no primeiro tempo após sentir dores na perna. (Foto: Instagram)
O atacante Raphinha foi obrigado a deixar o gramado ainda no primeiro tempo da partida entre Brasil e Haiti, nesta sexta-feira (19), após sentir dores em um dos músculos da perna. Titular confirmado por Carlo Ancelotti, o camisa 11 demonstrou desconforto e sinalizou para a comissão técnica que não tinha condições de seguir em campo, gerando apreensão entre os torcedores e a equipe médica.
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Logo depois de aparentar incômodo, Raphinha se apoiou em um auxílio para caminhar até a linha lateral, onde recebeu atendimento dos profissionais de saúde. Sem alternativas, o jogador foi substituído e saiu visivelmente desconfortado, levantando dúvidas sobre a extensão da lesão e seu impacto no restante da competição para o Brasil.
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O incidente acontece em um momento decisivo para a Seleção Brasileira, que ainda não havia conseguido sua primeira vitória na Copa do Mundo de 2026 após empatar em 1 a 1 com o Marrocos. A possibilidade de perder Raphinha para os próximos compromissos acende um alerta sobre o planejamento de Ancelotti e os recursos do elenco diante da exigência de resultados imediatos.
Até o fechamento da partida, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não havia divulgado um posicionamento oficial sobre a gravidade do problema apresentado pelo jogador. A expectativa é de que o departamento médico realize exames mais detalhados ao término do jogo para confirmar se será necessário afastamento ou tratamento específico.
Na estreia, o Brasil buscou recuperação em seu segundo jogo no Grupo C e precisava dos três pontos para manter a liderança da chave. Com o empate no primeiro confronto, a equipe dirigida por Carlo Ancelotti entrou em campo motivada para assegurar tranquilidade na sequência e evitar surpresas nas oitavas de final.
Ao final da primeira etapa, o Brasil já vencia por 3 a 0, com dois gols de Matheus Cunha e um de Vini Júnior, mas o susto com a substituição de Raphinha acabou dominando o foco ao intervalo. O resultado parcial refletia a superioridade brasileira, mas a possibilidade de ter que lidar com mais baixas reforçou a preocupação da comissão técnica.
