
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, antes do salto de rope jump em Limeira (SP) (Foto: Instagram)
A mãe de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, emocionou seguidores ao compartilhar na noite de quarta-feira (17) um novo desabafo nas redes sociais. Desde que a jovem perdeu a vida no último sábado (13), após sofrer uma queda durante um salto de rope jump, familiares e amigos usam as plataformas digitais para prestar homenagens e demonstrar carinho em meio ao luto.
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O acidente ocorreu na Ponte do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo, durante uma atividade de rope jump. Segundo as investigações da Polícia Civil, Maria Eduarda teria sido lançada sem estar devidamente presa ao sistema de segurança que deveria sustentá-la no momento do salto. A apuração segue em andamento, com perícias técnicas e depoimentos colhidos de testemunhas e envolvidos.
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Em sua mensagem, a mãe recordou a filha ao comparar sua essência à luz de uma estrela. “Hoje o céu me presenteou com um espetáculo. Me deparei com uma linda estrela. Ao olhar sua luz, pude contemplar a misericórdia de Deus em minha vida. E lá estava você, minha filha. Você partiu, mas a sua luz continua viva em nossos corações.” O post vinha acompanhado de referência ao brilho do luar, reforçando a conexão entre memória e consolo.
Três instrutores seguem sob custódia preventiva, acusados de homicídio com dolo eventual. São eles Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos; Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos; e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27 anos. A Justiça converteu as prisões em flagrante para preventivas em audiência de custódia realizada no domingo (14), alegando riscos à investigação e à instrução criminal caso os suspeitos fossem liberados.
Dos seis detidos inicialmente para prestar esclarecimentos, apenas os três responsáveis pela operação do salto permaneceram encarcerados. A decisão considerou ter havido indícios suficientes de que os investigados assumiram o risco de provocar a morte de Maria Eduarda ao não garantir o uso correto dos equipamentos de segurança durante a atividade.
Conforme apurado, Maicon Fernandes Cintra atua como administrador de uma empresa de pós-produção cinematográfica; Luis Felipe Feliciano Egoroff é registrado como bombeiro civil; e Vitor de Freitas Gonçalves, natural de Bento Gonçalves (RS), trabalha como operador turístico. As investigações prosseguem para apurar responsabilidades e eventuais falhas na condução do salto de rope jump.








