
Iasmyn Eckhardt da Silva, 14 anos, em fotos de família pouco antes de ser encontrada morta em Foz do Iguaçu (PR). (Foto: Instagram)
O corpo de Iasmyn Eckhardt da Silva, de 14 anos, foi achado em uma mata do bairro Portal da Foz, em Foz do Iguaçu (PR), no último domingo. A jovem apresentava ferimentos profundos na cabeça e estava seminua, o que levantou suspeitas de crime contra a vida com possível violência sexual. Moradores relataram ter ouvido pedidos de socorro horas antes do achado. A Polícia Civil trata o caso como homicídio qualificado e já coletou as primeiras pistas.
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O corpo foi localizado por um morador em um terreno próximo ao cruzamento da Avenida Sabiá com a Rua Sérgio Gasparetto. Um fragmento de concreto, coberto de sangue, foi separado pela perícia como provável instrumento do crime. “Há informações de que a vítima gritou por ajuda e, na sequência, dois veículos deixaram o local. A partir dessas informações, vamos dar continuidade às investigações”, afirmou o delegado Marcelo Pereira Dias, responsável pelo inquérito.
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Segundo o laudo da Polícia Científica, a causa da morte foi lesão cranioencefálica por ação contundente. As autoridades ressaltam que a condição em que o corpo foi encontrado reforça a hipótese de abuso sexual antes da morte. Equipes forenses seguem analisando vestígios biológicos e vestimentas coletadas no local para confirmar se houve violência íntima.
Iasmyn estudava em uma escola pública de Foz do Iguaçu e completaria 15 anos em julho. Familiares prestaram depoimento ainda no domingo e acompanham cada etapa do processo investigativo. A comunidade manifestou revolta e tristeza, e a polícia orientou a população a colaborar por meio de denúncias anônimas, caso alguém tenha visto algo suspeito.
Até o momento, nenhum suspeito foi preso. O delegado Marcelo Pereira Dias informou que as linhas de investigação incluem a identificação de ocupantes dos dois veículos avistados na região no momento do crime, além de análise de câmeras de segurança instaladas em comércios próximos. Buscas por testemunhas continuam em andamento.
A Polícia Civil do Paraná reforça que o caso é tratado com prioridade e pede que qualquer informação seja encaminhada às autoridades. O anonimato está garantido aos informantes. Novos detalhes devem ser divulgados à medida que a apuração avançar e novas provas forem juntadas ao inquérito.








