
Mãe de jovem morta em rope jump lamenta perda em post emocionante (Foto: Instagram)
A mãe de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas voltou a usar as redes sociais dias após a tragédia que vitimou a filha na Ponte do Esqueleto, interior de São Paulo. Mesmo com o bloqueio do local, ela compartilhou mensagens emocionadas, demonstrando a dor pela perda da jovem de 21 anos. O luto e a saudade, segundo ela, são companhias constantes desde o acidente que mobilizou moradores e autoridades locais.
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Em uma das postagens, a mãe repercutiu um texto que reflete sobre o aprendizado deixado pelas despedidas. A mensagem cita: “Outro dia me perguntaram: ‘O que mais ensina na vida?’ E eu respondi: As despedidas.” A publicação tomou grande alcance entre amigos e seguidores que prestam solidariedade ao sofrimento da família.
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Em outra manifestação pública, ela dirigiu-se diretamente à filha: “Um dia, se Deus me permitir, voltarei a sorrir, minha filha. Mas hoje em mim há lágrimas, dor e muita, mas muita saudade de ti, meu amor”. Esses dizeres, compartilhados dias após o enterro, comoveram familiares, amigos e internautas que acompanham o caso com atenção.
Maria Eduarda morreu na manhã de sábado, 13 de fevereiro, ao realizar um salto de rope jump de uma altura aproximada de 40 metros na Ponte do Esqueleto, na divisa entre Limeira e Cordeirópolis. Testemunhas relataram que a corda de segurança não estava devidamente conectada antes de ela se lançar, resultando na queda fatal.
Equipes de resgate foram acionadas rapidamente, mas a jovem não resistiu aos ferimentos e foi declarada morta ainda no local. O incidente levou à interdição imediata da estrutura para perícia e apuração de responsabilidades.
Horas antes do salto, Maria Eduarda havia postado fotos do cenário e das pulseiras de identificação usadas na atividade. Em uma das legendas, brincou: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte???” Natural de Jandira, na Grande São Paulo, ela era formada em educação física e gestão esportiva, e costumava compartilhar registros de esportes e aventuras ao ar livre.
A Polícia Civil segue investigando as circunstâncias do acidente. Três funcionários da empresa organizadora foram detidos e tiveram a prisão em flagrante convertida em preventiva. Segundo o inquérito, o equipamento de segurança crucial não foi instalado conforme protocolos antes do salto.
