Site icon Jetss BR

Reviravolta! Após lançarem jovem à morte, instrutores são presos e se manifestam

Reviravolta! Após lançarem jovem à morte, instrutores são presos e se manifestam (Foto: Instagram)

Os três funcionários presos pela morte da estudante Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, afirmaram que ainda não conseguem explicar como a jovem foi lançada de uma ponte sem estar conectada à corda principal de segurança durante um salto de rope jump em Cordeirópolis (SP).

As declarações foram divulgadas em reportagem exibida pelo Fantástico neste domingo (14). Segundo o advogado dos investigados, Rafael Gomes dos Santos, os instrutores permanecem abalados e em estado de choque desde o acidente.

“Eles estão em estado de choque, não conseguem explicar o ocorrido, porque eles já estão há anos fazendo isso. Nunca teve nenhum evento semelhante. E essa foi a primeira vez que aconteceu”, afirmou o defensor.

++ Testemunha afirma que funcionário tirou câmera de jovem morta após salto para ‘esconder provas’

Durante a reportagem, também foram exibidos trechos dos depoimentos prestados pelos presos à polícia. Luis Felipe Feliciano Egoroff relatou que a equipe dividia entre si as tarefas de instalação e conferência dos equipamentos de segurança. Ao ser questionado sobre quem deveria ter realizado a checagem final antes do salto de Maria Eduarda, respondeu que não se lembrava.

Maicon Fernandes Cintra afirmou que participava da verificação dos equipamentos, mas também disse não recordar se realizou a conferência específica no caso da estudante.

++ “Vai ter festa no IML”: Erika Hilton denuncia comentários misóginos contra jovem que morreu em salto

Maria Eduarda morreu após ser lançada de uma ponte sem estar presa à corda de segurança. Imagens registradas por testemunhas mostram o momento em que a jovem é erguida e arremessada pelos instrutores, mas sem a conexão do equipamento responsável por impedir a queda.

Exit mobile version