
Vida Nas Cordas esclarece não ter ligação com salto fatal em Limeira (Foto: Instagram)
Após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), a equipe Vida Nas Cordas divulgou nota para esclarecer que não tem qualquer ligação com a empresa que conduziu o salto fatal. O grupo afirmou ter sido alvo de críticas depois de ser confundido com os organizadores do evento e reforçou a necessidade de contratar somente empresas regulares e com histórico comprovado na modalidade.
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Em vídeo publicado nas redes sociais, representantes da Vida Nas Cordas explicaram que a confusão surgiu porque atuam no mesmo segmento de esportes radicais. Eles ressaltaram que, ao longo de cerca de nove anos de atividade, seguem protocolos rígidos de segurança em todas as operações, com equipamentos certificados e equipe treinada para cada tipo de salto.
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Durante o pronunciamento, o grupo comparou sua experiência à do time que realizou o salto que resultou na tragédia. “Esses caras têm seis meses de existência, viralizaram no Instagram e começaram a pular sem responsabilidade alguma. A Vida Nas Cordas segue todo o procedimento de segurança”, afirmou um dos membros. Eles também manifestaram solidariedade à família de Maria Eduarda e lamentaram profundamente a perda da jovem.
Os representantes destacaram ainda sua participação em iniciativas para regulamentar o rope jump no Brasil, defendendo a criação de normas mais rigorosas para proteger os praticantes. Além disso, lamentaram o volume de comentários negativos e críticas indevidas que passaram a receber nas redes sociais após o acidente, fruto da associação equivocada com o ocorrido.
Em sua declaração, a equipe orientou quem pretende viver experiências de aventura a avaliar cuidadosamente a empresa contratada, verificando experiência, documentação e suporte de segurança. “Quando for fazer um salto, procure uma empresa com bom histórico de saltos, Segura Aventura, CNPJ regularizado, bombeiro civil e enfermeiro na equipe. Tudo isso garantido é fundamental”, recomendou o grupo.
No dia do acidente, Maria Eduarda caiu de uma altura estimada em cerca de 40 metros enquanto realizava o salto na Ponte do Esqueleto. Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) atuaram no local, mas a jovem não resistiu aos ferimentos. Três pessoas foram presas em flagrante suspeitas de envolvimento na organização do rope jump, e a Polícia Civil identificou indícios de falhas nos protocolos de segurança adotados pelos responsáveis.
