Site icon Jetss BR

Testemunhas relatam falhas após morte de Maria Eduarda em salto de rope jump


Investigação apura negligência em rope jump que matou jovem em Limeira (Foto: Instagram)

A Polícia Civil de Limeira (SP) investiga a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, ocorrida no último sábado (13) durante a prática de rope jump na Ponte do Esqueleto. A jovem despencou de aproximadamente 40 metros e não resistiu aos ferimentos, morrendo no local. Há suspeitas de negligência e descumprimento de protocolos de segurança na operação do esporte radical.
++ Sistema de IA revela como pessoas comuns estão criando novas fontes de renda online

Conforme depoimentos de testemunhas, não houve socorro imediato por parte da equipe responsável pelo evento. Amigos da vítima e demais presentes precisaram acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiros para prestar os primeiros atendimentos. A Polícia Civil também colhe relatos que apontam possíveis irregularidades no procedimento de resgate.
++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein

Pessoas que estavam no local afirmam que membros da equipe de organização chegaram a retirar camisetas de identificação logo após o acidente e tentaram impedir a gravação de vídeos da cena. Esses relatos estão sendo confrontados com outras testemunhas e serão levados em consideração pela investigação policial.

Imagens registradas momentos antes do salto mostram toda a preparação do equipamento. Após a queda, alguns participantes perceberam a falta de conexão adequada no sistema de segurança, o que levanta dúvidas sobre a montagem e a checagem prévia das cordas e mosquetões. Esta parte técnica será submetida à perícia especializada.

Seis pessoas ligadas à operação foram conduzidas ao 3º Distrito Policial de Limeira. Três foram liberadas após prestarem depoimento, enquanto outras três permanecem detidas. Entre os detidos, está um homem de 32 anos que atuava como bombeiro civil e dois auxiliares diretos na execução do rope jump.

O registro oficial do caso no 3º DP segue aberto e o inquérito busca apurar se houve falha técnica, omissão no atendimento ou desrespeito aos protocolos de esporte de aventura. O noivo de Maria Eduarda esteve no local logo após o acidente e passou mal, recebendo atendimento médico de emergência.

Exit mobile version