Um tratamento revolucionário desenvolvido no Reino Unido fez uma garota cega voltar a enxergar. Essa terapia gênica foi capaz de transformar a vida da pequena Olivia, que nasceu com uma doença congênita que afetava sua visão. Olivia foi diagnosticada com Amaurose Congênita de Leber, uma condição genética rara que compromete gravemente a retina desde os primeiros anos de vida, levando a uma forte limitação visual. Em muitos casos, a doença pode resultar em perda significativa da capacidade de enxergar.
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Diante do quadro, a família teve acesso a um tratamento experimental baseado em terapia gênica, uma abordagem moderna da medicina que busca corrigir ou compensar alterações genéticas responsáveis por determinadas doenças. O objetivo era estimular o funcionamento das células da retina afetadas pela condição.
Após o procedimento, Olivia apresentou melhora na percepção visual. Segundo os médicos responsáveis, a menina passou a reconhecer formas, objetos e movimentos que antes não conseguia identificar, demonstrando uma resposta positiva ao tratamento.
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O caso chamou atenção da comunidade científica internacional por representar um avanço promissor nas pesquisas envolvendo terapias genéticas aplicadas a doenças raras da visão. Especialistas destacam que esse tipo de abordagem pode abrir caminho para novos tratamentos e melhorar a qualidade de vida de pacientes com condições semelhantes no futuro.

