Fifa revela salário milionário de Gianni Infantino e detalha os valores

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Presidente da Fifa durante entrevista coletiva na véspera da estreia da Copa do Mundo. (Foto: Instagram)

A Fifa publicou em seu relatório de transparência os rendimentos de Gianni Infantino no ano de 2025, revelando que o presidente da entidade desde 2016 recebeu uma remuneração bruta de cerca de US$ 4,8 milhões, valor que corresponde a aproximadamente R$ 25 milhões na cotação atual. Infantino segue à frente da organização até o fim de seu mandato, previsto para 2027.

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De acordo com o documento divulgado nesta semana, o pacote de remuneração inclui um salário-base de cerca de US$ 2,6 milhões, complementado por bônus anuais que totalizaram US$ 2,2 milhões ao longo do período. Essas informações integram o conjunto de dados financeiros que a Fifa compartilha regularmente para manter a transparência em relação aos custos de sua administração.

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Em entrevista coletiva realizada pouco antes da abertura da Copa do Mundo, Infantino abordou diversos temas que ganham destaque nos bastidores do torneio. O encontro com a imprensa ocorreu na véspera do jogo de estreia, marcado para esta quinta-feira (11), entre México e África do Sul, e envolveu questões sobre delegações, arbitragem e diplomacia esportiva.

Um dos assuntos mais comentados foi o caso do árbitro somali Omar Artan, impedido de entrar nos Estados Unidos para atuar na competição. “É lamentável o que ocorreu com Omar, árbitro da Somália. Tentamos todas as soluções possíveis, mas precisamos reconhecer que não temos poder para barganhar com governos ou forças de segurança”, afirmou Infantino, acrescentando que a Fifa é uma entidade esportiva empenhada em promover a união global.

Além disso, o presidente falou sobre a presença da seleção do Irã no Mundial, destacando as dificuldades enfrentadas fora dos gramados. Ele ressaltou que, apesar dos desafios políticos e logísticos, houve empenho para garantir a participação da equipe, defendendo que o futebol pode servir como momento de alívio e confraternização, permitindo que atletas e torcedores deixem de lado tensões cotidianas.

Para Infantino, o torneio reforça o papel do esporte como instrumento de coesão social. “O futebol oferece a todos a chance de vivenciar entusiasmo e esquecer, ao menos por instantes, os problemas do dia a dia. Nosso objetivo é exatamente esse: unir o mundo por meio do esporte”, concluiu o dirigente.