A guerra no Oriente Médio ganhou um novo capítulo no último domingo (07), após Israel ampliar sua ofensiva militar e realizar ataques em Beirute, capital do Líbano. A ação provocou uma reação do Irã, que ameaçou atacar bases militares dos Estados Unidos e alvos israelenses na região, elevando ainda mais a tensão no conflito.
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Segundo agências internacionais, o ataque israelense atingiu um subúrbio de Beirute e rompeu a trégua que estava em vigor no Líbano. Israel afirmou que o alvo eram integrantes do Hezbollah que estariam planejando ações contra o país.
Em resposta, o Irã lançou uma nova onda de mísseis em direção ao território israelense. Até o momento, não há informações de impactos em solo israelense. O governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que responderá à ofensiva.
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Além da reação militar, Teerã voltou a ameaçar interesses americanos na região. O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Qalibaf, declarou que as bases militares dos Estados Unidos no Oriente Médio voltaram a ser consideradas “alvos legítimos”.
Os Estados Unidos mantêm instalações militares em diversos países da região, incluindo Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Omã, Iraque e Egito. “Eles não estão comprometidos com um cessar-fogo nem acreditam no diálogo”, afirmou Qalibaf em publicação nas redes sociais.
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O bombardeio de Beirute também aumentou o desgaste entre Israel e os Estados Unidos. O presidente Donald Trump havia declarado recentemente que Israel não voltaria a atacar o Líbano durante a vigência da trégua.
Segundo relatos, os ataques provocaram divergências entre Trump e Netanyahu. O presidente americano chegou a criticar publicamente as ações israelenses no território libanês.
Enquanto isso, o temor internacional cresce diante da possibilidade de uma ampliação do conflito, que já envolve diretamente Israel, Irã, Hezbollah e diversos países do Oriente Médio.

