Uma nova onda de especulações em torno das relações diplomáticas entre Estados Unidos e Brasil voltou a circular em análises de geopolítica, envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Nesse cenário, fontes e especialistas em relações internacionais apontam possíveis desdobramentos de endurecimento político por parte do governo norte-americano em casos envolvendo investigações sensíveis e figuras de alto escalão no Brasil.
As discussões ocorrem em meio a desdobramentos envolvendo o Banco Master e o banqueiro Daniel Vorcaro. No último dia 20 de maio, a Polícia Federal rejeitou uma proposta de delação premiada apresentada por sua defesa. O documento citava um contrato envolvendo uma empresa ligada ao ex-dono do banco e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF.
Alguns especialistas mencionam, que a ampliação de medidas de segurança e o enquadramento de facções criminosas como organizações terroristas pelos Estados Unidos poderiam, aumentar o grau de pressão diplomática em cenários envolvendo tanto Moraes, quanto o presidente Lula.
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A atual relação de Donald Trump e do presidente Lula, que aparentemente se desenrolava como algo amigável e respeitoso, pode se transformar em uma tensão díficil de controlar.

