
Ex-empresário de MC Guimê nega irregularidades e aguarda habeas corpus (Foto: Instagram)
O ex-empresário de MC Guimê se manifestou publicamente após a Justiça decretar sua prisão, negando qualquer irregularidade e garantindo que quer esclarecer todos os fatos por meio dos meios legais. Em nota oficial, ele afirmou confiar plenamente em sua inocência e informou que sua defesa já tomou as medidas cabíveis para reverter a decisão. A repercussão do caso nas redes sociais aumentou a atenção sobre o desenrolar das próximas etapas processuais.
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A ordem de prisão foi assinada pela juíza Ana Paula Mezher Mattar, da 2ª Vara Criminal de Osasco (SP), que expediu o mandado no início de maio. Conforme o comunicado, a defesa de Emerson da Silva Ramos aguardará o julgamento de um pedido de habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ), marcado para o dia 9 de junho de 2026. O objetivo é questionar a validade da medida restritiva e obter a revogação da prisão.
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Na íntegra, a defesa destaca que o processo que originou o mandado tramita desde 2018. Segundo o documento, o habeas corpus a ser analisado no STJ apresentará fundamentos jurídicos sólidos sobre a necessidade de revisão da medida constritiva, com respeito ao devido processo legal, à ampla defesa e às garantias constitucionais. Os advogados afirmam ter confiança de que o caso será avaliado com cautela e profundidade pelos tribunais competentes.
O ex-empresário foi condenado em maio de 2021 pelos crimes de estelionato e corrupção ativa. A investigação apontou que ele teria usado, de maneira irregular, a linha telefônica de um médico para realizar transações em nome da vítima, valendo-se de documentos falsos. Durante a abordagem policial, ainda ofereceu dinheiro aos agentes na tentativa de impedir sua detenção, segundo consta no processo.
Com o esgotamento das fases recursais, a condenação tornou-se definitiva. A magistrada da 2ª Vara Criminal de Osasco determinou a expedição do mandado de prisão, convertendo a pena em regime fechado. A sentença prevê 4 anos, 3 meses e 21 dias de reclusão, além do pagamento de multa em dias-multa, cujo valor será calculado pela Justiça.
Procurada, a equipe de MC Guimê esclareceu que Emerson da Silva Ramos não faz mais parte da gestão da carreira do artista nem exerce funções no Instituto Guimê. Atualmente, os negócios do cantor estão sob a responsabilidade de Rogério de Oliveira Lourenço, e a presidência da instituição é ocupada por Maria José Pereira Serra.







