Namorada de Pedro Turra quebra o silêncio e apresenta versão sobre a morte após briga

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Lauanny Borges nega envolvimento na morte de Rodrigo Castanheira em entrevista a Roberto Cabrini; Pedro Turra segue preso preventivamente. (Foto: Instagram)

Lauanny Borges, que era namorada do ex-piloto Pedro Turra no momento dos fatos, quebrou o silêncio e apresentou sua versão sobre a morte do adolescente Rodrigo Castanheira, de 16 anos. Em entrevista concedida na noite de domingo (31) ao jornalista Roberto Cabrini, da Record TV, a jovem afirmou não ter qualquer envolvimento no caso que culminou no óbito do adolescente e explicou as circunstâncias que a levaram a ser citada durante as investigações.

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O episódio ocorreu em 23 de janeiro de 2026 e ganhou grande repercussão nacional após a prisão preventiva de Pedro Turra, apontado pela apuração policial como autor da agressão contra Rodrigo. Desde então, o caso é acompanhado de perto pela opinião pública, por familiares da vítima e pelas autoridades responsáveis pelo inquérito, que coletaram depoimentos de testemunhas e analisaram registros de áudio e vídeo da confusão.

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Segundo o inquérito, o confronto teve início em uma festa realizada em um condomínio de Vicente Pires, no Distrito Federal. Testemunhas relataram que a discussão começou por um motivo considerado banal e acabou envolvendo integrantes do grupo ligado a Pedro Turra. Foi nesse momento que o adolescente foi agredido e, apesar de ter sido socorrido, não resistiu aos ferimentos e veio a falecer pouco depois.

Na entrevista, Lauanny negou ter tido participação direta ou indireta na violência. Ela também refutou as alegações de que teria incentivado ou orquestrado os acontecimentos para impressionar o então namorado. “Me arrependo de tudo, de não tomar uma atitude mais firme com o Pedro”, afirmou, ao mesmo tempo em que disse não acreditar que a briga tenha ocorrido como um “acerto de contas” premeditado.

Embora esteja sendo apontada com frequência nas discussões sobre o caso, Lauanny não chegou a ser denunciada pelo Ministério Público. Ela reforçou que Pedro Turra foi o responsável pela agressão contra Rodrigo, mas garantiu que não participou dos atos violentos. O depoimento da jovem também trouxe à tona relatos de outras situações de violência envolvendo membros do mesmo grupo, que passaram a ser investigadas paralelamente.

Pedro Turra permanece preso preventivamente desde 30 de janeiro de 2026 no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. De acordo com o processo, a defesa já teve ao menos sete pedidos de habeas corpus negados pela Justiça. As investigações caminham para apurar todas as circunstâncias do crime, enquanto as autoridades e a família de Rodrigo Castanheira aguardam desdobramentos sobre possíveis novas medidas judiciais.