
Instabilidade no SAC da Ypê após recall de detergentes e desinfetantes contaminados (Foto: Instagram)
Consumidores que buscaram atendimento no SAC da Ypê na sexta-feira (8) relataram dificuldade de contato após determinação da Anvisa para recolher itens da marca por risco de contaminação bacteriana. A interrupção do serviço deixou usuários sem resposta sobre os produtos afetados, gerando reclamações sobre a falta de informações oficiais.
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Diante da instabilidade no canal de atendimento, o Procon orientou que os clientes suspendam o uso imediato dos itens incluídos no recall. O órgão ainda recomendou conservar embalagens e comprovantes de compra, facilitando a identificação dos lotes e possíveis solicitações de troca ou ressarcimento.
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Segundo relatos, o telefone disponibilizado pela Ypê tocava sem completar o atendimento, dando mensagem de serviço temporariamente indisponível. As tentativas por e-mail também não tiveram sucesso, pois a caixa de entrada teria atingido o limite de armazenamento. Em nota, a empresa afirmou ter reforçado a estrutura do SAC, mas admitiu que o elevado número de chamadas pode provocar instabilidades.
A Anvisa incluiu no recall detergentes, desinfetantes e lava-roupas líquidos fabricados pela Ypê em Amparo (SP), após detectar possível contaminação por Pseudomonas aeruginosa, bactéria resistente a diversos antibióticos. Consumidores são orientados a verificar os lotes, especialmente aqueles cujo número final é “1”, informação que consta nas embalagens.
O Procon informou que acompanha o caso e pode adotar medidas administrativas caso a situação não seja regularizada. De acordo com o órgão, nenhuma empresa pode manter no mercado produtos que ofereçam risco à saúde. A fabricante deve disponibilizar formas de reparação, seja pela troca dos itens afetados ou pelo reembolso do valor pago.
Para evitar prejuízos, o Procon recomenda que os consumidores mantenham as embalagens e comprovantes guardados até receberem instruções finais sobre procedimentos de troca ou devolução. Além disso, o órgão orienta denunciar qualquer comércio que continue vendendo as mercadorias suspensas pela Anvisa.








