
Ana Clara de Oliveira antes do ataque em Quixeramobim (CE) (Foto: Instagram)
Um dos homens detidos sob acusação de tentar matar e amputar as mãos de Ana Clara de Oliveira declarou em depoimento que supunha que ela já estivesse sem vida quando arrancou seus membros. O episódio ocorreu em 1º de maio, em Quixeramobim, no interior do Ceará, e deixou a comunidade local em choque devido à extrema violência do ato.
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Durante os interrogatórios, um dos irmãos envolvidos no crime relatou que “parou só porque achou que ela tinha morrido”. Já o outro suspeito, conforme apontado pela polícia, afirmou não se recordar dos detalhes do ataque. As investigações indicam que a agressão teve início após uma discussão motivada por questões financeiras.
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Os acusados foram identificados como Ronivaldo Rocha dos Santos, de 40 anos e namorado da vítima, e Evangelista Rocha dos Santos, de 34 anos. Ambos ficaram inicialmente presos em uma unidade de Quixadá e, posteriormente, transferidos para o presídio de Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza. Eles respondem pelos crimes de tentativa de homicídio e lesão corporal gravíssima.
Apesar da violência extrema, Ana Clara sobreviveu ao ataque e teve parte das mãos reimplantadas em uma complexa cirurgia realizada no Instituto Dr. José Frota (IJF), em Fortaleza. Segundo o boletim médico, ela segue internada na UTI e apresenta evolução clínica gradativa. O governador Elmano de Freitas classificou o episódio como “bárbaro” e reforçou a necessidade de ações enérgicas contra crimes desse tipo no estado do Ceará.








