Primas desaparecidas: Polícia divulga posicionamento após decretação de prisão do suspeito

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Policiais em ação em Paranavaí enquanto delegado da PCPR atualiza o caso (Foto: Instagram)

A Polícia Civil do Paraná forneceu novos esclarecimentos sobre o paradeiro de Clayton Antônio da Silva Cruz, conhecido como Dog Dog, principal suspeito de sequestrar suas primas, Sttela Dalva Melgari Almeida e Letycia Garcia Mendes, na madrugada de 21 de abril. O homem segue foragido e tem mandado de prisão decretado pelo crime de roubo em Apucarana.

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As jovens, ambas de 18 anos e moradoras de Cianorte, desapareceram há pouco mais de duas semanas. Elas foram vistas pela última vez saindo de casa rumo a uma suposta festa em Maringá, na Região Noroeste do Paraná, no dia 21 de abril, e entraram em uma caminhonete Hilux preta pouco antes de sumirem.

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Segundo a PCPR, Clayton se apresentava com o nome falso de “Davi” e teria convidado as primas para a festa. O delegado Luis Fernando Alves detalhou que, após o sumiço, testemunhas o viram retornando a pé para Cianorte, onde recuperou sua motocicleta antes de deixar a cidade. As investigações também apontam deslocamentos do suspeito em dias próximos, incluindo passagem por Maringá.

Equipes da Polícia Militar do Paraná, do BOPE e da Polícia Civil realizaram buscas em uma área rural de Paranavaí, distante cerca de 90 quilômetros do último ponto onde as primas foram vistas. Foi localizada uma caminhonete Hilux semelhante à descrita, mas ainda não há confirmação oficial de que o veículo pertença a Clayton. As diligências seguem em curso na tentativa de encontrar Sttela e Letycia.

Conforme o boletim de ocorrência, o último contato das jovens com familiares ocorreu dentro de uma residência, onde informaram que seguiriam para a festa em Maringá. Desde então, não retornaram e não mantiveram mais contato com parentes. Câmeras de segurança também registraram as adolescentes entrando no carro de um empresário local, que as levou a um show pouco antes do desaparecimento.

Na última semana, a Civil do Paraná informou que a principal linha de investigação evoluiu para a possibilidade de homicídio. A hipótese baseia-se em depoimentos, reconhecimento formal, análise dos deslocamentos e relatórios de investigação. O caso continua sendo apurado enquanto as buscas prosseguem.