
Ed Motta durante degustação em restaurante onde se envolveu em polêmica (Foto: Instagram)
O cantor Ed Motta se envolveu em uma polêmica no último domingo (2) em um bar localizado no bairro Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Imagens que circulam nas redes sociais mostram o artista no meio de um tumulto, levantando e arremessando uma cadeira contra o chão do estabelecimento, assustando funcionários e clientes que presenciaram a cena. A gravação viralizou rapidamente e gerou grande repercussão.
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Segundo o proprietário do bar, a confusão teve início por divergências relativas à cobrança da taxa de rolha, valor aplicado para que clientes pudessem consumir vinhos trazidos de fora. Ainda conforme o relato, após a negativa de isenção da cobrança, integrantes do grupo começaram a provocar a equipe com xingamentos e ofensas, fazendo referências depreciativas à origem nordestina de alguns funcionários e lançando insinuações sobre orientação sexual.
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Em nota encaminhada ao jornal O Globo, o dono do estabelecimento relatou que “uma cadeira foi arremessada contra um garçom que se encontrava de costas”. O texto também menciona que, durante a confusão, um cliente levou um soco e acabou atingido por uma garrafa de vinho arremessada, o que provocou sangramento e pânico entre as pessoas presentes.
Ao se manifestar publicamente, Ed Motta reconheceu que perdeu o controle da situação devido à ingestão de bebidas, mas negou ter mirado algum funcionário. “Aconteceu um problema, mas a história não está bem contada. Infelizmente, toda a confusão começou comigo. Fiquei irritado e me descontrolei. Eu estava bêbado e joguei uma cadeira no chão, mas não joguei uma cadeira em direção ao funcionário. Jamais”, afirmou o artista, buscando esclarecer seu ponto de vista sobre o ocorrido.
O cantor acrescentou que saiu do restaurante antes de o conflito se espalhar para outras mesas e garantiu que amigos que o acompanhavam tentaram se desculpar em seu nome. Conforme Ed Motta, a situação se agravou quando outro grupo de clientes intensificou as provocações, dessa vez com ataques homofóbicos e discursos xenofóbicos, motivando ainda mais o desentendimento.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro abriu investigação para apurar os fatos, identificando possíveis práticas de agressão, injúria e danos ao patrimônio. Autoridades aguardam depoimentos de testemunhas e do próprio artista para concluir o inquérito e determinar eventuais responsabilizações.








