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Perícia investiga se empresário foi atacado vivo ou apenas devorado por crocodilo após afogamento


Investigação encontra empresário em crocodilo-do-Nilo (Foto: Instagram)

Em maio de 2026, autoridades sul-africanas intensificam a investigação sobre a morte do empresário Gabriel Batista, de 59 anos, cujo corpo foi encontrado dentro de um crocodilo-do-Nilo de 4,5 metros. Restos mortais e um anel foram localizados no estômago do réptil abatido, e peritos agora buscam sinais que indiquem se ele foi atacado enquanto ainda estava vivo ou se o crocodilo consumiu o corpo após um afogamento.

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Ao abrir o estômago do crocodilo de cerca de meia tonelada, os investigadores se depararam com dois braços, metade de uma caixa torácica e fragmentos de carne peitoral, com as mãos ainda preservadas. Um dos dedos exibia um anel identificado como sendo de Gabriel, o que confirmou a autoria do incidente. Contudo, até o momento, as condições dos ossos não permitem afirmar se houve reação de defesa por parte da vítima.

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O desaparecimento de Gabriel ocorreu quando sua picape Ford Ranger foi engolida pela correnteza durante uma enchente enquanto ele tentava atravessar uma ponte baixa em Limpopo, região conhecida pela presença de crocodilos-do-Nilo. As buscas tiveram início imediatamente. Diante desse cenário, as autoridades trabalham com duas hipóteses: a de que o empresário tenha se afogado ao deixar o carro e, já sem vida, sido ingerido pelo réptil; ou a de que ele tenha conseguido nadar em busca de socorro e sido atacado predatoriamente.

Investigadores ficaram intrigados ao encontrarem o crocodilo em estado letárgico, indicativo de uma refeição recente e robusta. Além dos restos de Gabriel, havia seis pares de calçados no interior do animal, pertencentes a outras vítimas. Esse fato reforça a suspeita de que o réptil possa ter adotado um padrão predatório ativo, representando ameaça constante a quem se aproximasse das margens.

Agora, a família de Gabriel Batista aguarda os resultados dos exames de DNA para confirmar a identidade de todos os fragmentos antes de realizar o funeral. Enquanto isso, peritos analisam as superfícies ósseas em busca das marcas conhecidas como “giro da morte” — torções características dos crocodilos ao desmembrar presas vivas. A presença desses sinais seria a prova definitiva de um ataque em vida.

O desfecho desta perícia terá impacto direto na conclusão do inquérito e poderá influenciar políticas de segurança em áreas ribeirinhas da África do Sul. Se confirmada a tese de ataque predatório, especialistas recomendam medidas mais rigorosas de monitoramento e orientações para moradores e turistas que circulam próximo a habitats desses grandes répteis.

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