
Kailayne Mirele, 19 anos, executada em barraca de lanches (Foto: Instagram)
Aos 19 anos, Kailayne Mirele Espiridião foi morta a tiros na noite de domingo (03) em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul, após sair do sistema prisional em dezembro de 2025, onde cumpria pena por tráfico de drogas. A vítima estava trabalhando em uma barraca de lanches quando foi surpreendida pelos criminosos.
++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático
Kailayne teve seu primeiro contato com a Justiça em agosto de 2025, quando foi detida por agentes após denúncia anônima sobre a venda de entorpecentes em uma praça perto da rodoviária local. Na ocasião, a polícia apreendeu 38 porções de crack, uma de maconha e dinheiro em espécie. Dias depois, ela voltou a ser presa por portar porções de cocaína e dois compradores confirmaram a negociação. Sob prisão preventiva, permaneceu encarcerada até dezembro de 2025.
++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein
O crime na barraca de lanches — onde Kailayne havia começado a trabalhar há pouco tempo — indica planejamento. Por volta das 22h35, dois homens em uma motocicleta vermelha se aproximaram do estabelecimento, aproveitaram-se da ausência de policiais e dispararam contra a jovem. Ela foi atingida por oito tiros, que perfuraram o tórax e as pernas, e morreu no local antes do socorro chegar. As autoridades descartam a hipótese de tentativa de assalto, já que nada foi levado dos presentes.
Durante o ataque, o namorado de Kailayne, um rapaz de 19 anos, também foi baleado e sofreu ferimentos graves. Ele recebeu atendimento no próprio local e, em seguida, foi transferido ao Hospital Auxiliadora, onde permanece internado. Informações iniciais apontam que o jovem não ofereceu resistência aos criminosos, reforçando a tese de execução.
As investigações estão a cargo da Polícia Civil de Três Lagoas, que trabalha com a linha de ‘acerto de contas’ para explicar a motivação. Até o momento, nenhum dos autores foi identificado ou localizado. Buscas foram realizadas em bairros próximos ao local do crime, mas sem sucesso. A equipe também avalia se há ligação entre o assassinato e o embate de facções rivais na região.
O modus operandi — tiros direcionados exclusivamente a Kailayne e fuga sem subtrair pertences — leva os investigadores a crer que a execução foi ordenada. O caso segue em apuração para identificar responsáveis e possíveis mandantes. A Polícia Civil mantém sigilo sobre detalhes das diligências até novas conclusões.








