
Magno Malta nega agressão a técnica de enfermagem e desafia acusadores a apresentarem provas (Foto: Instagram)
O senador Magno Malta (PL-ES) voltou a negar categoricamente qualquer ato de violência contra uma técnica de enfermagem durante sua internação em Brasília. Em vídeo divulgado nas redes sociais no sábado (2), o parlamentar afirmou que a denúncia é infundada e desafiou quem o acusa a apresentar provas concretas de agressão.
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Nas imagens gravadas no hospital DF Star, Magno Malta surge recebendo atendimento médico e faz um apelo aos seus seguidores para não darem credibilidade ao que chama de “fake news”. Ele chegou a exibir um profissional de saúde que pediu desculpas à câmera e garantiu que todas as circunstâncias serão averiguadas pelas autoridades responsáveis.
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Durante o vídeo, o senador fez a famosa declaração: “Se surgir um vídeo meu batendo na enfermeira, eu renuncio ao meu mandato.” Na legenda, ele reiterou que jamais agrediu qualquer pessoa e ressaltou que sua trajetória pública sempre esteve ligada à defesa das crianças, das mulheres, da família e do respeito ao próximo.
Magno Malta também aproveitou para informar que continua internado, sob os cuidados da equipe médica, e pediu orações a quem o apoia. O parlamentar declarou confiança na Justiça e afirmou que espera a conclusão das investigações para comprovar sua inocência.
O registro da denúncia chegou à Polícia Civil do Distrito Federal na última quinta-feira (30). Conforme o boletim de ocorrência, o suposto episódio ocorreu durante um exame que exigia a aplicação de contraste. O material teria vazado no braço do senador, e a enfermeira foi comunicada da necessidade de realizar uma compressão no local.
Segundo o depoimento da técnica de enfermagem, naquele instante ela foi surpreendida por um tapa no rosto. O documento também menciona que o senador teria proferido xingamentos contra a profissional após o incidente. Abalada, a técnica deixou a sala e solicitou apoio de outros membros da equipe para registrar a ocorrência.
O caso está sob investigação da Polícia Civil do Distrito Federal, que deve ouvir o senador, a técnica de enfermagem e demais testemunhas, além de analisar documentos e eventuais imagens para esclarecer as circunstâncias do fato e definir as responsabilidades.
