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Empresário suspeito de estupro em ‘festa do pijama’ é solto após confessar


Empresário detido por suspeita de abuso de menina de 11 anos em Içara é liberado (Foto: Instagram)

Na noite de sábado (2), um empresário de 35 anos foi detido em flagrante no bairro Barracão, em Içara, no Sul de Santa Catarina, sob suspeita de estupro de vulnerável. Segundo autoridades locais, o crime teria ocorrido durante a madrugada dentro da residência onde o suspeito vivia. Familiares da vítima, uma menina de 11 anos, acionaram a polícia após tomar conhecimento do ocorrido. O caso segue sob apuração policial.
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De acordo com o pai da criança, o empresário confessou ter praticado o abuso diretamente a ele, após a menina demonstrar comportamento incomum. A família descobriu os fatos quando percebeu alterações no comportamento da menina após a “festa do pijama” organizada na casa do suspeito. A revelação ocorreu antes mesmo da chegada dos policiais, reforçando indícios de culpa do investigado.
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O suspeito, que atua como mecânico e reside no mesmo bairro, foi conduzido à delegacia de Içara logo após a denúncia. Segundo depoimentos iniciais, duas meninas menores de idade participavam da “festa do pijama” realizada na casa onde ele morava com a companheira e a enteada. Familiares afirmaram que o ambiente era de confiança, já que o empresário convivia com as crianças regularmente.

Conforme o boletim de ocorrência, o homem entrou no quarto sem autorização durante a madrugada e ofereceu uma substância às meninas com a justificativa de ajudá-las a dormir. Enquanto uma delas fingiu ingerir o conteúdo, a outra recusou-se a consumir a substância. Em seguida, a vítima de 11 anos relatou ter sido alvo de tentativas de contato físico inapropriado, em situação de vulnerabilidade.

A Polícia Militar chegou ao local após o chamado dos familiares e prendeu o suspeito, que confessou o crime aos agentes. Em depoimento, ele admitiu ter consumido cocaína pouco antes de entrar no quarto. Na Central de Flagrantes de Criciúma, a autoridade policial de plantão entendeu que o atraso na comunicação do crime, ocorrido na madrugada, descaracterizou o flagrante, e optou pela liberação do investigado.

Com isso, o empresário foi liberado e responderá ao processo em liberdade. A Polícia Civil instaurou inquérito para aprofundar as investigações, ouvindo testemunhas e coletando provas. A vítima, ainda abalada, não conseguiu detalhar todas as circunstâncias no primeiro depoimento, mas confirmou os pontos principais. O caso continua sendo apurado pelo departamento de proteção à criança e ao adolescente.

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