
Suspeito de estupro coletivo de crianças é capturado em Jundiaí (Foto: Instagram)
Um jovem apontado como suspeito de participar do estupro coletivo de duas crianças de 7 e 10 anos foi localizado e capturado em Jundiaí, no interior de São Paulo. O crime teria ocorrido em 21 de abril, no bairro União de Vila Nova, em São Miguel Paulista, na zona leste da capital, e ganhou repercussão depois que informações sobre o caso viralizaram nas redes sociais.
++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático
O adolescente estava em situação de rua e foi encontrado no Centro de Unidade de Atendimento à População (POP) de Jundiaí, acompanhado da mãe. Durante rotina de identificação, policiais civis o reconheceram, conduziram-no a uma delegacia local e o colocaram à disposição da autoridade competente. Até o momento, ele permanecia foragido, mas foi capturado sem resistência.
++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein
As vítimas estão sob proteção do poder público e recebem atendimento especializado. Uma das crianças foi acolhida por um programa municipal em Guaianases, enquanto a outra permanece aos cuidados do pai em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. Ambas têm acompanhamento psicológico e suporte do Conselho Tutelar para garantir a segurança e a recuperação emocional. Famílias também recebem assistência social para lidar com as repercussões do crime.
Segundo as investigações, os abusadores teriam sido pelo menos cinco — um adulto e quatro adolescentes — e cometido a violência contra dois meninos. Há relatos de que os agressores filmaram o ato e divulgaram imagens e áudios na internet, o que intensificou a comoção pública. O Bacci Notícias teve acesso aos arquivos multimídia atribuídos ao crime, mas optou por não divulgá-los devido à gravidade e crueldade das cenas.
O subprefeito de São Miguel Paulista, Divaldo Rosa, explicou que a denúncia só foi formalizada três dias depois do ocorrido, em razão do medo das famílias em procurar as autoridades. “Esse caso é revoltante, choca e não pode ser tratado como algo normal. Os abusadores agem, na maioria das vezes, na sombra do medo, da omissão e da falta de denúncia”, afirmou ele. Enquanto isso, as crianças e seus parentes seguem recebendo todo o suporte do Conselho Tutelar e de programas de assistência.
A Secretaria de Segurança Pública informou que todos os suspeitos já foram identificados e que as diligências continuam em busca de outros envolvidos. A investigação está sob responsabilidade do 63º Distrito Policial e tramita sob segredo de Justiça, visando preservar o sigilo das provas e a integridade das vítimas.
