Filho de Cid Moreira é liberado da prisão após decisão da Justiça de São Paulo

Posted by


Cid Moreira em evento recente (Foto: Instagram)

O filho de Cid Moreira, Rodrigo Radenzev Simões Moreira, teve a liberdade concedida pela Justiça de São Paulo após ter sido condenado por tráfico de drogas e posse ilegal de arma. Ele passará a cumprir a pena em regime aberto, conforme estabelecido pela sentença. A defesa afirma que o entorpecente era destinado ao consumo pessoal do réu. Até o momento, ainda é possível apresentar recursos tanto pela defesa quanto pelo Ministério Público.

++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo expediu o alvará de soltura nesta terça-feira (28), após análise de pedido de liberdade provisória. Rodrigo, de 55 anos, aguardava o pronunciamento formal que autorizou o cumprimento da pena em regime mais brando. Com isso, ele deixa o centro de detenção e passa a responder ao processo em liberdade, sujeitando-se a condições específicas definidas pela Justiça.

++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein

Rodrigo havia sido preso em flagrante no dia 8 de dezembro de 2025, quando foram encontradas 582 gramas de Cannabis sativa, uma planta da mesma espécie e um revólver em sua residência. Na ocasião, a polícia registrou boletim de ocorrência por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Ele permaneceu detido desde então, aguardando a conclusão dos trâmites judiciais que definiriam seu regime de cumprimento de pena.

Segundo a sentença, o réu foi condenado a 2 anos e 6 meses de reclusão, além de 1 ano de detenção e pagamento de multa. Com a decisão, a execução penal será iniciada em regime aberto, o que permite a prestação de serviços à comunidade e a frequência periódica em juízo. A medida visa garantir o controle das condições de cumprimento sem a permanência em estabelecimento prisional fechado.

Nos autos do processo, Rodrigo alegou trabalhar em uma chácara e atuar na negociação e no transporte de veículos antigos, atividade pela qual receberia apoio financeiro da família. Ele declarou ainda que faz uso de maconha desde a adolescência e que toda a droga apreendida destinava-se ao consumo próprio, não havendo intenção de comercialização. O relato faz parte da estratégia de defesa para demonstrar ausência de tráfico.

O desfecho provisório do caso não encerra a possibilidade de novos recursos. Tanto a defesa quanto o Ministério Público podem recorrer da decisão, buscando reformular o regime de cumprimento ou a própria tipificação dos delitos imputados. Esses desdobramentos ainda estão em aberto e poderão alterar o curso das determinações judiciais, confirmando que a decisão atual não tem caráter definitivo.