
Jair Bolsonaro em pronunciamento: previsão de Carlinhos Vidente mobiliza debates sobre sua saúde (Foto: Instagram)
Carlinhos Vidente suscitou fortes debates ao compartilhar uma previsão alarmante sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmando que ele “pode não chegar ao fim do mês” devido a complicações de saúde. A declaração espalhou-se rapidamente, retornando o nome do político ao rol dos assuntos mais comentados no ambiente digital. O médium é reconhecido por suas mensagens de cunho espiritual e atrai milhares de seguidores em suas plataformas.
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Com a proximidade das eleições de 2026, o cenário político brasileiro volta a dominar as discussões públicas e digitais. Nesse contexto, a previsão de Carlinhos Vidente ganhou força e repercussão imediata, alimentando debates sobre as possíveis consequências para Bolsonaro nos próximos dias.
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O médium, que soma milhares de seguidores no Instagram, provocou reações diversas ao antecipar um desfecho negativo para o ex-chefe de Estado. Internautas repercutiram o comentário, gerando forte engajamento e polarização entre apoiadores e críticos do político.
Essa repercussão se dá em momento de intensa polarização política, quando qualquer menção a figuras de grande visibilidade tende a se espalhar rapidamente. Mesmo sem base em provas concretas, o vídeo com a previsão ganhou ampla circulação, ilustrando o poder das narrativas sensacionais no ambiente online.
A atenção voltou-se ainda mais para o tema após circular a informação de que a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal teria aplicado uma pena superior a 27 anos de prisão a Bolsonaro, acusando-o de tentar se manter no poder depois de 2022. “Infelizmente Bolsonaro pode não chegar até o final desse mês, pelos problemas que estão acontecendo. A situação dele é muito precária em termos de saúde”, declarou Carlinhos Vidente, acrescentando: “Eu acredito até que Alexandre de Moraes vai ter sérios problemas, caso Bolsonaro, infelizmente, Deus leve embora… Você pode ter certeza.”
Desde o fim de março, o ex-presidente cumpre prisão domiciliar após receber alta hospitalar, sob determinação do ministro Alexandre de Moraes. As restrições impostas incluem proibição de uso de telefone celular e limitação de visitas, num período inicial de 90 dias. Na residência, ele reside com a esposa Michelle Bolsonaro, a filha Laura e a enteada Letícia Firmino.
Nos últimos dias, a defesa de Bolsonaro encaminhou ao Supremo Tribunal Federal um pedido para autorizar um novo procedimento cirúrgico, alegando dores crônicas e dificuldade de locomoção, mesmo com o uso contínuo de analgésicos. Os advogados argumentam que a intervenção é indispensável, e agora aguardam a análise e decisão do ministro responsável pelo caso.








