
INSS paga primeira parcela do 13º a aposentados e pensionistas (Foto: Instagram)
Nesta sexta-feira (24), o INSS paga a primeira parcela do 13º salário a cerca de 35,2 milhões de aposentados e pensionistas. O depósito, que injeta mais de R$ 78 bilhões na economia, é organizado conforme o final do NIS, começando pelos beneficiários que recebem um salário mínimo (R$ 1.621). O calendário vai até 8 de maio e a segunda parcela está agendada entre 25 de maio e 8 de junho.
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O adiantamento foi autorizado por decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no fim de março. Essa antecipação ocorre desde 2024, replicando a mesma estratégia adotada em 2025, de concentrar os pagamentos do 13º no primeiro semestre do ano.
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Têm direito ao abono quem recebeu, em 2026, benefícios como aposentadoria, pensão por morte, auxílio-acidente, auxílio-reclusão, salário-maternidade e auxílio por incapacidade temporária, de forma proporcional ao período de concessão. Pessoas que recebem o BPC (Benefício de Prestação Continuada) ou a Renda Mensal Vitalícia estão de fora. A primeira cota corresponde a 50% do valor mensal, sem desconto de Imposto de Renda.
O cronograma segue a ordem do dígito final do NIS antes do traço. Primeiro são contemplados aqueles que ganham o piso nacional; depois, os demais segurados. O INSS recomenda conferir o extrato de pagamento no aplicativo ou site para evitar surpresas e reduzir a sobrecarga bancária, garantindo prioridade a quem tem renda mais baixa.
Para checar o valor exato, o segurado deve acessar o Meu INSS pelo portal ou aplicativo usando a conta Gov.br. Quem não tem internet pode ligar para o telefone 135, disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h, munido do CPF e dados cadastrais. O serviço automatizado informa datas e quantias, e o atendimento humano esclarece dúvidas específicas.
A segunda parcela, com eventual desconto de Imposto de Renda para contribuintes tributáveis, começa a ser paga em 25 de maio. O governo espera que o abono ajude a movimentar o comércio e permita às famílias quitar dívidas acumuladas no início do ano. Especialistas aconselham planejar o uso desse recurso extra.
