
Desaparecimento de Gilmar “Fubá” mobiliza família e polícia (Foto: Instagram)
A família do ex-jogador Gilmar Fubá enfrenta um drama após o desaparecimento de Givaldo Nascimento, conhecido como Gil Fubá, na região metropolitana de São Paulo. Ele sumiu de uma clínica de reabilitação em Suzano, onde cumpria tratamento. Desde então, não há pistas sobre seu paradeiro e a família registrou um boletim de ocorrência para ajudar nas buscas.
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Givaldo estava internado em razão de uma série de problemas de saúde enfrentados nos últimos anos. Segundo parentes, ele desenvolveu depressão e teve complicações com alcoolismo após a morte de um irmão em 2021. Além disso, sofreu dois Acidentes Vasculares Cerebrais (AVCs), o que afetou sua mobilidade e condicionamento físico.
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Segundo a administração da clínica, a principal linha de investigação aponta para uma fuga. A unidade, que abriga cerca de 40 pacientes, fica em uma área cercada por mata e de difícil acesso. Funcionários afirmam que Givaldo teria usado uma escada improvisada com pneus para escalar a cerca e deixar o local durante a madrugada.
A versão, no entanto, é contestada pela família. Os parentes alegam que, em razão das sequelas dos AVCs, Givaldo não teria condições motoras de erguer pneus ou construir algum tipo de artifício para transpor barreiras por conta própria. Eles também questionam a falta de câmeras de vigilância e qualquer tipo de registro da saída.
A situação da clínica também está sob suspeita. Conforme informações da prefeitura local, o estabelecimento já foi interditado por irregularidades sanitárias e continuaria em funcionamento de forma irregular. Isso levou os familiares a pedirem esclarecimentos sobre as condições de higiene, segurança e estrutura para os pacientes internados.
Equipes de resgate e voluntários se mobilizam diariamente para vasculhar a região em torno da clínica, sem, porém, obterem sucesso nas buscas. A polícia especializada foi acionada e investiga o caso, colhendo depoimentos de funcionários e avaliando eventuais falhas na proteção dos internos.
Enquanto as investigações correm, a família mantém a esperança de encontrar Givaldo com vida. Parentes e amigos organizam campanhas em redes sociais e distribuem cartazes pelo bairro, na esperança de reunir pistas que esclareçam o mistério sobre o que ocorreu no dia em que ele desapareceu.








