Ana Paula Renault adota nova postura após morte do pai e surpreende fã

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Ana Paula Renault posterga luto e foca na final do BBB26 (Foto: Instagram)

Na reta final do BBB 26, Ana Paula Renault optou por adiar qualquer reflexão profunda sobre o falecimento de seu pai, Gerardo Renault, para o dia da grande final. A sister segue confinada, ainda processando o luto, enquanto o corpo do ex-deputado foi sepultado em Belo Horizonte nesta segunda-feira (20). A decisão de postergar o momento de compreensão veio mesmo após o velório e enterro, ocorridos sem a sua presença no reality.

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Sem ter consciência de que o sepultamento já havia acontecido, Ana Paula declarou uma postura firme durante a tarde no penúltimo dia de Big Brother Brasil 26. Foi somente na tarde do domingo que a produção informou a sister sobre a morte de Gerardo Renault. Logo em seguida, em conversa com os finalistas Milena e Juliano Floss, a participante revelou sua nova estratégia emocional.

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Em seu desabafo, Ana Paula explicou: “Eu decidi que vou entender o que tô vivendo só amanhã”, sem especificar se esse momento seria antes ou depois do episódio decisivo do reality. Ainda atônita pela perda, a sister admitiu estar tentando digerir todas as emoções antes de tomar qualquer atitude, ressaltando que “não tem muita lógica o que eu tô vivendo” e que, em alguns momentos, é impossível racionalizar o próprio sentimento.

A morte de Gerardo Renault foi comunicada pela produção do programa, e Ana Paula recebeu a notícia emocionada, sendo amparada imediatamente por Juliano Floss. Mais tarde, após a eliminação de Leandro Boneco, ela dividiu o ocorrido com Milena. No programa ao vivo, o apresentador Tadeu Schmidt também demonstrou solidariedade, lembrando que havia perdido seu irmão, Oscar Schmidt. O velório e o sepultamento foram realizados na segunda-feira (20), em Belo Horizonte, atendendo ao desejo expresso pelo próprio ex-deputado.

Bacharel em Direito pela UFMG, Gerardo Renault dedicou décadas à vida pública. Foi vereador em Belo Horizonte por quatro mandatos consecutivos entre 1951 e 1967 e, em seguida, atuou como deputado estadual por doze anos. No âmbito federal, exerceu dois mandatos como deputado por Minas Gerais entre 1979 e 1987, filiando-se inicialmente à Arena e depois ao PDS. Durante o regime militar, chegou a ser vice-líder do governo, e em 1984 votou a favor da emenda das Diretas Já, embora posteriormente tenha apoiado Paulo Maluf na eleição indireta. Além disso, presidiu o Instituto de Previdência do Legislativo mineiro.