Percussionista do Pique Novo morre aos 55 anos e fãs lamentam

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Binho Percussão em apresentação com o Pique Novo (Foto: Instagram)

O percussionista Robson Silva de Oliveira, conhecido como Binho Percussão, morreu aos 55 anos na sexta-feira (17). A informação foi divulgada pela página oficial do Pique Novo, banda na qual ele atuava desde 1995. A notícia gerou comoção imediata entre os admiradores do grupo, que destacaram a dedicação e o talento de Binho ao longo de quase três décadas de carreira.

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Figure fundamental na sonoridade do grupo, Binho Percussão havia se afastado das atividades da banda no ano passado, em razão de uma lesão na coluna que comprometeu sua saúde. Desde então, vinha lutando contra as complicações decorrentes do problema, mas seguia mantido no coração dos colegas e dos fãs graças ao legado musical construído ao longo dos anos.

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Presente na formação do Pique Novo desde meados da década de 1990, Binho contribuiu diretamente para o crescimento e a consolidação da banda no cenário do pagode. Participou de diversos álbuns, shows e turnês que elevaram o grupo a patamares de destaque nacional, tornando-se uma das figuras mais reconhecidas da percussão no gênero.

Paralelamente à carreira dentro do pagode, ele manteve forte ligação com o Carnaval carioca. Binho ocupou o posto de mestre de samba na Beija-Flor de Nilópolis e participou ativamente das atividades comunitárias da escola de samba. Sua presença nas quadras e ensaios era marcante, sendo elogiado pela energia e pelo compromisso com a tradição do samba.

Logo após o anúncio do falecimento, as redes sociais do Pique Novo foram inundadas por mensagens de companheiros de estrada e admiradores. O cantor Vitinho declarou: “Um ser humano que vai fazer muita falta. Descanse em paz, meu irmão.” Já o amigo Liomar lembrou: “Vai com Deus, meu irmãozão. Eu te amarei eternamente.” Essas declarações refletem o carinho e a amizade que Binho construiu em sua trajetória.

A perda de Binho Percussão provoca tristeza entre fãs e profissionais do meio musical, que ressaltam a importância de suas contribuições para o pagode e para o samba carioca. O percussionista deixa não apenas um legado sonoro, mas também lembranças de companheirismo, alegria e dedicação que marcaram sua passagem pelo mundo da música.