
Viúvo de Carlos Filhar revela ameaças e reclusão após tragédia (Foto: Instagram)
Dez dias após a morte de Carlos Filhar, Arthur Borges, companheiro do influenciador, abriu o coração em entrevista exclusiva ao portal Bacci Notícias. No encontro, o viúvo detalhou os momentos finais antes do falecimento de Carlos, descreveu as mensagens de despedida que recebeu e expôs o clima de tensão que envolvia a família do influenciador. Borges também falou sobre o impacto das ameaças que sofreu, as quais teriam mudado completamente sua vida após a tragédia.
++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático
Segundo Arthur, sua ausência na cerimônia de despedida não se deveu à falta de carinho, mas sim ao receio gerado pelas ameaças de membros do clã de Filhar. “Não compareci ao velório porque fui ameaçado de morte pela família dele”, revelou o viúvo, ressaltando como as relações familiares ficaram fragilizadas após a partida do influenciador. O relato ganhou repercussão nas redes sociais, levantando questionamentos sobre a convivência interna no círculo íntimo de Carlos.
++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein
O viúvo também compartilhou a última comunicação direta que teve com Carlos Filhar por meio de mensagens. Ele recordou uma frase marcante enviada às 12h29 pouco antes do incidente: “o dengo vai comigo”. Para Borges, essas palavras permanecem vivas em sua memória, ecoando em seus pensamentos. “Isso ainda ressoa na minha cabeça”, confessou, descrevendo o peso emocional de reviver aquele instante.
O caso ganhou atenção nacional quando Carlos publicou uma carta de despedida em seu perfil nas redes sociais momentos antes de ser encontrado sem vida. No texto, o influenciador mencionou uma suposta quebra de fidelidade por parte de Arthur, mas fez questão de afirmar que não nutria ressentimentos e pediu que seus seguidores não atacassem o companheiro. Ele também reforçou que os dois anos de relacionamento foram os melhores de sua vida.
Atualmente, Arthur Borges vive em reclusão, tentando lidar com a perda e a exposição midiática envolvendo sua história. Ele afirmou não sair de casa e restringir o contato apenas à família próxima. Borges recebe diariamente mensagens de apoio e mantém acompanhamento psicológico para enfrentar o luto e a pressão motivada pelos acontecimentos recentes. “A ficha só está caindo agora. Preciso de tempo e amparo para entender tudo o que aconteceu”, disse o viúvo.
Especialistas afirmam que o suicídio pode ser prevenido e destacam a importância de identificar sinais de alerta em si ou em pessoas próximas. Caso perceba comportamentos apontando risco, é fundamental buscar ajuda médica e apoio emocional. O Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece escuta qualificada pelo telefone 188, disponível 24 horas por dia, gratuitamente e sem necessidade de cadastro.
