
Senador Cleitinho (Republicanos-MG) durante discurso no plenário do Senado. (Foto: Instagram)
O senador Cleitinho (Republicanos-MG) afirmou que a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro é injusta e o definiu como um “preso político” em razão de uma perseguição de natureza política. Para o parlamentar, não existem fundamentos sólidos que legitimizem a medida judicial contra o líder da direita, pois, segundo ele, as instituições brasileiras continuam funcionando sem interferências. Cleitinho defendeu que o episódio representa um ataque ao debate democrático e ao livre exercício da oposição no país.
++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático
Em entrevista ao portal Bacci Notícias na terça-feira, 14 de abril de 2026, o senador reiterou que não houve qualquer tentativa de golpe no Brasil e destacou que os três poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – seguem atuando de forma independente e equilibrada. Diante desse cenário, ele questiona a lógica por trás da detenção de Bolsonaro e sustenta que o ex-presidente vem sendo alvo de retaliação política, não de responsabilização criminal.
++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein
O senador também dirigiu duras críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e cobrou uma postura mais incisiva do Senado em relação às decisões do Judiciário. Cleitinho declarou que, se tivesse poder de comando na Casa, adotaria medidas para conter o que considera abusos de competência por parte de alguns magistrados. A fala reforça o tom de oposição do parlamentar às recentes ações do STF, tema recorrente entre congressistas alinhados ao campo conservador.
Sobre o desentendimento entre Eduardo Bolsonaro e Nikolas Ferreira, Cleitinho evitou tomar partido e defendeu a necessidade de pacificação interna. Ele afirmou estar “do lado da direita” e enfatizou que agora é fundamental superar rivalidades pessoais para manter o foco nas pautas de interesse comum. Na visão do senador, qualquer racha interno enfraquece o grupo político e favorece adversários.
Cleitinho advertiu que as disputas internas desviam a atenção de temas prioritários para a agenda conservadora, sobretudo em um contexto de acirramento da polarização nacional. Segundo ele, pautas como reforma tributária, segurança pública e fortalecimento institucional precisam avançar, mas acabam sendo postergadas por conflitos entre lideranças.
Por fim, o senador ressaltou seu compromisso com o diálogo e a busca de consensos dentro da base aliada. Cleitinho disse que permanecerá atuando para fomentar a união do campo conservador, especialmente com as eleições de 2026 se aproximando, a fim de garantir maior coesão nas votações de projetos de interesse prioritário.








