
Alunos se abrigam enquanto policiais de unidades especiais chegam à escola em Siverek após o ataque (Foto: Instagram)
Um jovem de 18 anos, ex-aluno da instituição, invadiu uma escola em Siverek, no sudeste da Turquia, na manhã de terça-feira (14), e abriu fogo de forma aleatória contra estudantes e funcionários. De acordo com o governador da província de Sanliurfa, Hasan Sildak, o autor portava uma espingarda e disparou sem distinção no interior do prédio, gerando pânico entre as vítimas e obrigando a evacuação imediata do local. Vídeos compartilhados pela mídia local mostram alunos correndo em busca de abrigo e policiais de unidades especiais chegando ao cenário para conter a situação.
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O governador Hasan Sildak detalhou que 16 pessoas ficaram feridas no ataque: 10 estudantes, quatro professores, um funcionário da cantina e um policial que estava em prontidão na escola. Uma das professoras apresentava estado grave, enquanto outros quatro feridos — entre docentes e alunos — foram transferidos para um hospital em cidade vizinha devido à gravidade moderada dos ferimentos. As demais vítimas receberam atendimento no local e passaram por exames para avaliar possíveis sequelas.
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Segundo informações oficiais, o atirador entrou no prédio por volta das 3h30, no horário de Brasília. Após trocar tiros com policiais, ele se cercou de agentes de segurança e, conforme anunciado por Sildak à imprensa, tirou a própria vida no local. “Felizmente, não houve mortes entre as vítimas”, ressaltou o governador, que acompanhou pessoalmente as ações de resgate e o atendimento emergencial.
As autoridades locais anunciaram a abertura imediata de inquérito para apurar o motivo do atentado. Até o momento, a investigação não apontou qualquer ligação ideológica ou reivindicação por parte do autor, e a motivação segue desconhecida. Sildak afirmou que a polícia e a promotoria regional trabalham em conjunto para coletar depoimentos, analisar imagens de câmeras de segurança e ouvir sobreviventes, na tentativa de reconstruir a dinâmica completa da tragédia.
A cobertura do caso incluiu reportagens de emissoras como a NTV da Turquia, que destacou o impacto psicológico nos sobreviventes e o apoio oferecido às famílias das vítimas. Autoridades de saúde mental foram acionadas para atender alunos que presenciaram os disparos e professores abalados pelo episódio, enquanto diretores da rede estadual estudam reforçar protocolos de segurança em instituições de ensino na província.
Especialistas em prevenção de suicídio recomendam estar atentos a sinais de desespero em pessoas próximas e buscar ajuda profissional ao perceber comportamentos preocupantes. O Centro de Valorização da Vida (CVV) no Brasil oferece suporte gratuito pelo telefone 188, disponível 24 horas, para quem precisar de orientação ou quiser conversar sobre situações de risco.
