Filho é detido depois que mãe é encontrada morta com digital arrancada

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Servidora pública Andrelina dos Santos Antônio, de 53 anos, encontrada morta em sua casa em Santa Maria da Serra (SP). (Foto: Instagram)

Na manhã de sábado (11), em Santa Maria da Serra, no interior de São Paulo, a servidora pública Andrelina dos Santos Antônio, de 53 anos, foi encontrada sem vida na própria casa. Segundo a Polícia Civil, ela apresentava sinais de espancamento e tinha a falange do dedo indicador direito arrancada. O imóvel estava revirado e o celular da vítima não foi localizado.

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Imagens de câmeras de segurança mostram que, na sexta-feira (10), por volta das 18h, um casal entrou na residência e permaneceu até as 22h38. Logo depois, os suspeitos embarcaram em um táxi que os deixou na rodoviária de São Pedro. De lá, eles seguiram para Piracicaba e, em seguida, para Campinas.

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O motorista relatou à polícia que a corrida havia sido solicitada pelo próprio filho da vítima, de 26 anos. Ele foi preso ao chegar ao velório da mãe, sendo apontado como um dos envolvidos no crime. A mulher que participou da ação ainda está foragida.

Nas redes sociais, o jovem afirmou dispor de poucas informações sobre o episódio e declarou estar viajando de São Paulo para Santa Maria da Serra quando tomou conhecimento do ocorrido.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) apura o caso como latrocínio, crime que combina roubo seguido de morte. A principal linha de investigação indica que os agressores removeram a digital da servidora para tentar desbloquear o celular e realizar transações bancárias.

O inquérito foi registrado na 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) da Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC) de Piracicaba. Policiais seguem em diligências para localizar a mulher suspeita e colhem depoimentos de vizinhos e familiares de Andrelina.

Além disso, peritos analisam registros telefônicos, outras imagens de segurança e possíveis evidências encontradas na cena do crime. A família aguarda novos esclarecimentos enquanto as autoridades mantêm o caso em segredo de justiça.